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Postado em 18 de Janeiro de 2017 às 14h46

ACIC repudia ataque de escola de samba ao agronegócio

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Em “Nota de Repúdio” distribuída pela assessoria de imprensa, a Associação Comercial e Industrial de Chapecó (ACIC) – uma das mais importantes entidades empresariais catarinenses – manifestou-se publicamente contra a interpretação nefasta que faz do agronegócio catarinense a Escola de Samba Imperatriz Leopoldinense, do Rio de Janeiro, no samba-enredo deste ano.
Assinada pelo presidente Josias Mascarello, a nota tem o seguinte teor:
“A Associação Comercial e Industrial de Chapecó (ACIC) manifesta publicamente seu repúdio contra a infeliz composição do samba-enredo da Escola de Samba Imperatriz Leopoldinense para o carnaval carioca deste ano.
“Adotando uma interpretação completamente equivocada sobre as principais personagens do universo rural brasileiro, o samba-enredo atribui aos fazendeiros – de forma direta e indireta – a destruição das florestas, a poluição dos rios e o extermínio das populações indígenas.
“Essa composição peca por desconhecer a realidade do mundo rural, caluniar produtores e empresários rurais e, ainda, ignorar completamente o papel contemporâneo do agronegócio na economia brasileira e na vida dos municípios de todas as regiões do País.
“O agronegócio do Brasil é um exemplo mundial de eficiência, sustentabilidade, proteção e uso racional dos recursos naturais. Graças ao agronegócio, o brasileiro sempre teve, ao longo dos séculos alimento farto, barato e de qualidade, constituindo uma situação de segurança alimentar inédita no mundo.
“A abordagem que o samba-enredo e as alegorias da Escola de Samba Imperatriz Leopoldinense oferece é, no mínimo, desrespeitosa e mentirosa. A concepção artística peca pela ignorância de fatos históricos e pela negação da realidade. Decisão justa e relevante seria a Escola de Samba homenagear as famílias rurais, o produtor e o fazendeiro por saciarem todos os dias a fome da nação brasileira – e não essa insensata deturpação da história contemporânea.
“O grande oeste catarinense, onde se pratica uma agricultura moderna e avançada, é exemplo vibrante dos benefícios que esse dinâmico setor da sociedade brasileira proporciona para o conjunto da sociedade, gerando riquezas e assegurando trabalho, renda, qualidade de vida e desenvolvimento. Fica aqui expressa nossa manifestação pública de repúdio. Chapecó (SC), 16 de janeiro de 2017. Josias Antônio Mascarello, presidente.”


Nota de repúdio em anexo.

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