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Postado em 24 de Outubro de 2013 às 15h33

O cenário está pronto

Força e vontade política, conhecimento acadêmico-científico e iniciativa empresarial. A união destas três hélices garante o desenvolvimento econômico sustentável, a partir da geração de indústrias limpas, tecnologia e inovação. “Pelo que podemos perceber este cenário já está preparado na região oeste catarinense, pronto para receber recursos e investimentos do governo federal e de órgãos de fomento e se tornar modelo para outras regiões do estado e do país”, exclamou o coordenador do Programa Nacional de Apoio às Incubadoras de Empresas e Parques Tecnológicos – PNI, José Antonio Silvério, depois de conhecer as potencialidades regionais do setor de tecnologia. Silvério foi o convidado do Almoço Empresarial da Associação Comercial e Industrial de Chapecó (ACIC), realizado em parceria com a Associação Polo Tecnológico do Oeste Catarinense (DEATEC), na última quarta-feira, em Chapecó.

No encontro, Silvério apresentou a estrutura do Ministério de Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), formas de acesso aos recursos disponíveis, as leis de incentivo à inovação e a estratégia nacional para ciência e tecnologia até 2015. Segundo o coordenador, os principais desafios para consolidar esse desenvolvimento, de forma sustentável, estão em reduzir a defasagem científica e tecnológica, ampliando o número de pesquisadores doutores vinculados às empresas, expandir e consolidar a liderança brasileira na economia de conhecimento natural e no novo padrão de inserção internacional do Brasil.

Silvério também falou sobre a importância da efetivação de uma política de inovação que esteja acima das intenções partidárias e permaneça mesmo com as trocas de governo. Sobre os Parques Tecnológicos, como o que será desenvolvido em Chapecó, em breve, o coordenador informou que já existem 28 parques em fase de implantação e operação no Brasil e ressaltou que o mais importante é investir no conhecimento. “Inovação se faz com gente, com cabeça, e não com prédios”, enfatizou lembrando que as empresas de tecnologia precisam investir em mão de obra qualificada e não em máquinas para crescer.

, O presidente da ACIC, Mauricio Zolet, lembrou de todo o pleito da entidade, juntamente com órgãos públicos e privados, universidades e outras entidades para a abertura de uma nova matriz econômica para o município, baseada na produção de tecnologia e inovação. “Poder ver toda a luta das entidades saindo do papel, se fortalecendo e ganhando forma, como podemos visualizar hoje se torna muito gratificante e reafirma a importância do associativismo para a construção da história chapecoense. Tudo isso nos motiva ainda mais a pleitear apoio e investimentos para o bem comum”, destacou o presidente se referindo ao atual momento que o setor de tecnologia vem passando com aglutinação de esforços para alavancar a economia.

De acordo com o presidente da Deatec, Ernani Zottis, o Almoço Empresarial também foi uma oportunidade para empresários de outros setores da economia chapecoense conhecer o potencial que as empresas de tecnologia têm, e podem ser somados a outros esforços de desenvolvimento.

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