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    Postado em 19 de Junho de 2019 às 14h03

    Bitcoin deve valorizar para US$ 330 mil neste ciclo, diz analista

    Informações e Negócios (22)
    • ACIC CHAPECÓ -

    O grande assunto desta semana é o lançamento oficial da Libra, a moeda digital do Facebook. Bastante aguardado, o projeto de Mark Zuckerberg promete revolucionar não só as criptomoedas mas também os meios de pagamento como um todo.


    Para Fausto Botelho, analista técnico com mais de 40 anos de mercado e sócio fundador da Enfoque Informações Financeiras, essa novidade demonstra mais uma vez que as criptomoedas estão ganhando um mercado mainstream de uma vez por todas. 


    Do ponto de vista da análise técnica, Botelho afirma que esse alcance do grande público confirma a entrada em um novo ciclo de alta que, na perspectiva mais conservadora, levará o Bitcoin aos US$ 65 mil. Nesta terça-feira, o criptoativo está valendo US$ 9,1 mil. Mas sua expectativa, na verdade, é de um patamar consideravelmente mais elevado. 


    Nos últimos dias, a maior criptomoeda do mundo voltou a ganhar força e quebrou a barreira dos US$ 9 mil seguindo a tendência iniciada em abril, aliada com o bom humor dos investidores com a chegada da Libra, que pode ajudar a trazer visibilidade para este mercado.

    Em conversa com o especialista Safiri Félix, apresentador do Bloco Cripto, Botelho avalia que o momento atual caracteriza o terceiro ciclo de alta do ativo, "que é aquele que carrega o auge da euforia". Sua previsão neste contexto é que a moeda digital alcance os US$ 330 mil dólares, o que configuraria uma valorização de mais de 3.500%. 


    Além de destrinchar o white paper da Libra, Botelho, junto com o apresentador Safiri Félix, comenta como a moeda do Facebook pode impactar o preço de outros criptoativos, em especial o Bitcoin.


    Eles também avaliam o cenário de volatilidade da BinanceCoin, ocorrido após a dona do ativo, a Binance, que é a maior corretora de criptomoedas do mundo, anunciar que vai retirar todos os usuários dos Estados Unidos de sua plataforma por conta das dificuldades que tem passado com órgãos reguladores do país.

    Fonte: InfoMoney

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