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    Postado em 21 de Maio às 13h25

    Medidas de segurança em áreas escolares é tema de capacitação

    ACIC CHAPECÓ Capacitação on-line reuniu escolas para debater sobre segurança. Núcleo das Escolas Particulares da ACIC Chapecó debateu o tema nesta semana, em evento on-line, com o diretor da...

    Capacitação on-line reuniu escolas para debater sobre segurança.

    Núcleo das Escolas Particulares da ACIC Chapecó debateu o tema nesta semana, em evento on-line, com o diretor da Inviolável

    Dicas de segurança pessoal, no ambiente de trabalho e em escolas, o que fazer e não fazer durante um ataque ou assalto, protocolos de segurança e outras orientações foram repassadas para escolas de Chapecó e região nesta semana, em evento on-line promovido pelo Núcleo das Escolas Particulares da Associação Comercial e Industrial de Chapecó (ACIC). A capacitação sobre segurança pessoal e nas escolas contou com explanação do diretor do Grupo Grandes Valores e da Inviolável Segurança, Gilson Vivian.

    De acordo com Vivian, o bandido não quer ser exposto, faz seleção das vítimas e escolhe sempre o alvo mais fácil. "Durante o assalto, o bandido está nervoso e com medo", frisou, ao acrescentar que as principais ameaças são sequestros relâmpago, com pedido de resgate, com veículo e assalto à mão armada. "A preparação para um assalto pode levar meses, dias ou apenas alguns segundos. O bandido não tem uma descrição exata. Muitas pessoas já relataram terem sido abordadas em semáforos por homens elegantes de terno e gravata e foram assaltadas. A participação de mulheres também cresceu muito", expôs.

    Algumas dicas para ambientes externos, como ruas, é caminhar observando tudo o que acontece ao redor, observar as mãos e os olhos do suspeito, correr, procurar lugares iluminados e movimentados, mudar de direção e manter 20 metros de distância. "Gritar também é válido, pois geralmente o bandido não irá correr. Ele não quer chamar atenção, escolherá outro alvo", explicou Vivian. Preferir estacionamentos pagos e planejar o horário de chegar e sair são outras orientações. Segundo Vivian, 90% das ações devem se concentrar na prevenção, pois é quando se consegue atuar de maneira eficiente. "Prevenir é indispensável. Errado é pensar que não vai ocorrer com você", enfatizou.

    Em caso de invasão ou ataque em lugares como escolas e ambientes de trabalho, as orientações são: se estiver um em corredor, entrar em um cômodo e trancar a porta; se estiver em uma sala, trancar a porta; conhecer as duas saídas mais próximas; como último recurso, tentar jogar o atirador no chão. "Isso só se a pessoa sentir segurança e se estiver em vantagem, pois se o atirador está perto de você e não há possibilidade de fugir, a chance de sobrevivência é muito maior se tentar incapacitá-lo", grifou o diretor.

    Uma recomendação importante para atuar na prevenção é ter um comitê ou uma pessoa responsável por pensar nas medidas de segurança. Vivian exemplificou sobre manter um protocolo de segurança interna, com botões de pânico e de incêndio e alarmes integrados com sistema de TV, além de portões eletrônicos e sistemas de câmeras. Todos que frequentam o local devem saber para quem ligar ou avisar, sempre ter os contatos à mão e ter um plano de evacuação segura.

    Durante um ataque, Vivian ressaltou que é importante evacuar a instalação se houver caminho de fuga, evitar elevadores, manter as mãos visíveis em casos de abordagens, seguir atentamente as instruções do vigilante, segurança ou policial que estiver no local, desligar luzes e aparelhos que façam barulho, como o celular. Não se deve acionar o alarme de incêndio, pois isso cria confusão e faz com que todos saiam do ambiente onde estão e fiquem vulneráveis; não conversar com o autor do ataque; não gritar ou fazer gestos muito bruscos; não olhar diretamente para o invasor; não remover pessoas feridas e não permitir que indivíduos entrem na mesma área do invasor.

    No caso de escolas, o empresário da área de segurança salientou que é importante sempre estar atento às imediações, cuidar com estacionamentos ou lugares que ficam retirados, orientar pais e responsáveis com dicas de segurança e informar os protocolos da instituição.

    A coordenadora do Núcleo das Escolas Particulares, Luciana Balbinott Paludo, sublinhou que esse é um tema que deve estar sempre em pauta na organização das instituições de educação. "Muitas vezes são ações simples que deixam os ambientes mais seguros e os pais, alunos, professores e toda a equipe escolar mais tranquila", comentou.

    O Núcleo das Escolas Particulares foi criado no fim do ano passado com o objetivo de fomentar o associativismo empresarial, buscar união das escolas particulares e aprender juntas, respeitando as particularidades de cada instituição. O presidente da ACIC, Nelson Eiji Akimoto, realçou que o grupo foi instituído no fim do ano passado, no meio da pandemia, para fortalecer o segmento. "A ACIC possui 13 núcleos que atuam para fortalecer as empresas e seus segmentos, mas que também promovem diversas ações que beneficiam a comunidade, como foi o caso dessa capacitação. Isso demonstra a importância do associativismo e como conseguimos avançar e aprimorar o que fazemos quando atuamos conjuntamente".

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