Segurança Pública

Segurança Pública

O fortalecimento do aparelho de segurança pública de Chapecó com recursos materiais e humanos para neutralizar o crescimento da criminalidade e da violência no município tem o apoio da Associação Comercial e Industrial de Chapecó. ACIC aconpanha continuadamente esta pauta e busca sincronizar com a sociedade chapecoense melhorias constantes para a Segurança Publica.

Carta ao Governador

Carta ao Governador

ACIC2010-CARTASEGURANÇAPÚBLICA

Caríssimo Senhor Governador Leonel Pavan,

Nós Empresários de Chapecó estamos muito preocupados com a falta de Segurança Pública em nossa região. Os indices de violência e criminalidade estão cada vez mais alarmantes.

Sabemos que sua prioridade quando Governador será a área Segurança Pública, por isso desde já o parabenizamos pois acreditamos que é a área mais crítica no momento.

Os empresários da ACIC gostariam de indicar para assumir o Comando Geral da Polícia Militar de Santa Catarina o coronel Marlon Jorge Teza, pois sabemos que é o maior estrategista que a PMSC possui e que inclusive possui um Plano de Segurança para o nosso Estado.


O Coronel Marlon é a maior liderança que a PMSC possui na atualidade, sendo também muito reconhecido nas demais corporações militares estaduais do Brasil, o que aliado a sua honestidade, vontade de trabalhar, comprometimento com a PM e a comunidade, trata-se da pessoa mais indicada para o cargo tão importante e que fará a diferença para o seu Governo e para a sociedade.

Apreveitamos para desejar sucesso na sua gestão e parabenizá-lo por priorizar a Segurança Pública, que nós empresários achamos a mais carente na atualidade.

Contudo Senhor Governador Leonel Pavan, precisamos de uma pessoa com condições de mudar para melhor e esta pessoa é o coronel Marlon, sem sobra de dúvidas, a melhor opção para a Polícia Militar e a sociedade catarinense. 

Debate Segurança Pública

Debate Segurança Pública

Segurança pública em debate: empresários querem mais ação
Acic reúne autoridades policiais e empresários para discutir a escalada da violência em Chapecó
ACIC2010-CDSEGURANÇAPÚBLICA-MAIO 26/05/2010

A escalada de violência em Chapecó assusta empresários, apavora famílias e espanta investimentos. O Conselho Deliberativo da Associação Comercial e Industrial de Chapecó (Acic) reúne nesta quarta-feira, a partir das 18h30, na sede da entidade, autoridades policiais e empresariais para debater o tema segurança pública.
A Acic convidou a delegada regional da Policia Civil, Tatiana Klein Samuel, o comandante do 2º Batalhão de Policia Militar, coronel Ricardo de Assis Alves e o comandante da 4ª Região de Policia Militar, coronel Adelino Senen Cardoso.
A reunião será conduzida pelo presidente do Conselho Deliberativo, Milton Sordi e pelo presidente da executiva, João Carlos Stakonski. Conselheiros, associados, diretores da Acic e empresários participarão da reunião.
Stakonski antecipou que a Acic vai reiterar a necessidade de fortalecimento do aparelho de segurança pública de Chapecó com recursos materiais e humanos para neutralizar o crescimento da criminalidade e da violência no município.
- “As classes produtoras – incluídos os empresários e os trabalhadores – estão cansados de explicações”, expôs o presidente. O fato é notório: a segurança pública em Chapecó deteriora-se a cada ano. Crescem os delitos contra a vida, a liberdade e o patrimônio. Todos os dias cidadãos de todas as classes sociais são assaltados e agredidos, residências e empresas de todos os ramos são arrombadas, lojas situadas no centro da cidade e nos bairros são alvos de furtos e vandalismo. Jovens e crianças não circulam mais com tranqüilidade. As famílias vivem em pânico permanente enquanto seus membros não retornam ao lar.
“A sociedade chapecoense, que não tem se omitido em nenhum momento, não aceita mais esse estado de coisas”, enfatiza Stakonski. Expõe que, apesar das notórias e reconhecidas insuficiências de homens, viaturas e equipamentos do aparelho estatal de segurança, “esse quadro é inaceitável, é incompreensível, é revoltante”.
João Stakonski lembra que nos últimos dez anos a Acic promoveu dezenas de reuniões, encontros e atos públicos que permitiram diagnosticar exaustivamente o quadro de violência e criminalidade que assola Chapecó para selecionar as prioridades e construir as condições para implementá-las.
O dirigente entende que já foi superado o estágio de conhecer as deficiências para traçar as melhores estratégias de superação, especialmente aquelas localizadas no aparelho policial instalado em Chapecó, em termos de efetivo policial, equipamento, viaturas, armamento e instalações físicas. “Agora, portanto, é hora da ação”, encerra.

Crise na Segurança

Crise na Segurança

Crise na segurança: insuficiência de policiais é dramática em Chapecó
ACIC2010-CDSEGURANÇAPÚBLICA-RESULTADOS 27/05/2010

Em um clima de cobrança por resultados mas, também, de cooperação e respeito, os empresários apresentaram às autoridades policiais veementes reclamações pelo crescimento da criminalidade em Chapecó e as reivindicações para urgente melhoria da segurança pública do município.
O encontro foi promovido pela Associação Comercial e Industrial de Chapecó (Acic) e coordenado pelos empresários Milton Sordi (presidente do Conselho Deliberativo) e João Carlos Stakonski (presidente da diretoria executiva), com a participação de autoridades policiais e uma centena de líderes empresariais. Participaram da reunião a delegada regional da Policia Civil, Tatiana Klein Samuel, os delegados Alex Passos e Fabiano Rizzati Toniazzo e o comandante do 2º Batalhão de Policia Militar, coronel Ricardo de Assis Alves.
Na primeira parte da reunião, o presidente Stakonski resumiu as queixas da população e do empresariado. Reclamou da falta de continuidade na ação policial em razão das constantes mudanças no comando regional da PM e no 2o Batalhão. Pediu mais atividade de investigação e uso de inteligência policial para reprimir a escalada de crimes e condenou a ingerência da política no aparelho estatal catarinense.
O presidente da Acic reclamou da discriminação que Chapecó sofre nos últimos anos em relação a outras cidades catarinenses de menor ou maior porte. “Não houve equilíbrio nem justiça na destinação dos recursos, por isso Chapecó sofre da dramática insuficiência de policiais, enquanto cidades como Joinville e Criciúma receberam centenas de homens, equipamentos e viaturas.”
Em 2003, quando a população somava 160.000 habitantes, havia 384 policiais-militares; atualmente, com mais de 200.000 habitantes, há apenas 255 PM´s. Para Stakonski, a maior desgraça catarinense foi a entrega da gestão da segurança pública para políticos.
A delegada regional Tatiana Samuel agradeceu o apoio da Acic na conquista de mais policiais civis: depois de muitos anos sem receber reforços, foram destinados 25 policiais para a região, 14 dos quais ficaram em Chapecó para atuar em três DP´s, na Central de Operações Policiais (COP) e na Delegacia da Mulher, Criança, Adolescente e Idoso (DPMCAI). Esse foi o primeiro aumento do efetivo em muitos anos, mas ainda é insuficiente para as necessidades locais.
A delegada informou que em 2009 foram registradas 30.829 ocorrências que resultaram em 969 inquéritos. Em quatro meses de 2010 o número de ocorrências alcança 9.177 com 662 inquéritos, numa média de 600 boletins de ocorrência (BO´s) por semana.
O comandante do 2o BPM, tenente-coronel Ricardo de Assis Alves, expôs as dificuldades de operação: falta de viaturas, efetivo, instalações físicas adequadas e autonomia administrativa. “A descentralização não chegou à PM”. O oficial reclamou da excessiva ingerência política na corporação, interferindo na destinação de recursos, nas promoções e em outros aspectos da vida militar. Atualmente, há um PM para cada 664 habitantes nos 41 municípios da área de ação do BPM, enquanto a recomendação mundial é de 1 policial para cada 250 habitantes. Informou que em 2009 mais de 9.000 ocorrências que chegaram à central de registros de emergências da PM não foram atendidas por absoluta falta de pessoal.
Ao final da reunião ficou decidida a formação de uma comissão formada por empresários e líderes da sociedade civil, sob coordenação da Acic, para ir ao governador do Estado exigir a dotação e lotação de mais policiais militares e civis para Chapecó. O presidente da Acic assegurou que o empresariado fornecerá recursos privados para atender as carências mais urgentes das Polícias locais no combate ao crime - como combustível, materiais e veículos.

Coletiva Segurança

Coletiva Segurança

Convidamos os jornalistas desse veículo de comunicação para a entrevista coletiva abaixo detalhada:

- h o j e -

Entrevista coletiva à imprensa sobre Segurança Pública de Chapecó



Data: 21 de junho de 2010, segunda-feira
Horário: 14h30
Local: Auditório da ACIC









FONTES:
? Presidente da ACIC;
? Presidente da OAB;
? Presidente da Sicom;
? Presidente da CDL Chapecó;
? Delegado do CRA;
? Diretor Regional da ACI; 

Carta

Carta

ACIC2010SEGURANÇA-ATO-CARTA


Chapecó, 13 de julho de 2010.


Senhor presidente:

Queremos manifestar o mais sincero agradecimento pelo seu engajamento pessoal e o de sua entidade no ato público realizado em 8 de julho próximo passado, ocasião em que manifestamos a indignação da sociedade chapecoense pela falta de investimento em segurança pública.

Tal iniciativa resultou do insucesso dos canais formais e institucionais que, reiteradamente utilizamos, nos últimos seis anos, para reivindicar medidas concretas no combate ao crime e na redução da delinquência em nossa cidade.

Resultaram infrutíferas todas as ações anteriores – expedientes, audiências públicas, reuniões, seminários etc – restando tão somente a manifestação pública e pluralista do descontentamento e da irresignação da sociedade civil frente à crônica omissão do Estado para com um dos seus principais compromissos: a garantia de segurança aos cidadãos.

Essa foi apenas uma etapa dessa campanha cívica que empreendemos sob a inspiração dos superiores interesses da coletividade. Urge manter esse entrosamento entre as entidades parceiras porque outras etapas virão e exigirão, novamente, reflexão, união, comprometimento e AÇÃO em benefício da comunidade.

Respeitosamente,

JOÃO CARLOS STAKONSKI
PRESIDENTE

Reinvindicações ACIC Começam a ser Atendidas

Reinvindicações ACIC Começam a ser Atendidas

Reivindicações da Acic em segurança pública começam a ser atendidas
ACIC2010-SEGURANÇAPÚBICA-POLICIAIS 01/04/2010

Uma das principais reivindicações da Associação Comercial e Industrial de Chapecó (ACIC) ao governo do Estado de Santa Catarina, na área de segurança pública, foi atendida, no fim do mês de março: a inauguração da 3ª Delegacia de Polícia Civil, no bairro Efapi, em Chapecó e a confirmação da destinação de três viaturas, cinco escrivões e entre15 e 20 policiais civis.
Na 3ª Delegacia de Polícia Civil trabalharão seis policiais, dois estagiários e os delegados Marcio Leandro Marcelino e Cláudio Menezes Vieira. Serão prestados serviços de boletins de ocorrência, inquéritos policias, termos circunstanciados e demais procedimentos.
O presidente da ACIC, João Carlos Stakonski, ressaltou a importância da iniciativa, justificando que o bairro Efapi há tempos merece essa estrutura. “O bairro Efapi é maior que muitos municípios da região oeste. Tem uma população residente superior a 25 mil habitantes, além de muitas empresas comerciais e industriais. E como todo lugar com crescimento populacional enfrenta problemas de segurança pública”.
Agora, a Associação Comercial e Industrial de Chapecó insistirá no reforço de mais 100 homens para a Polícia Militar. As prioridades levantadas pela Acic nos últimos anos incluem a ampliação do efetivo de policiais civis e militares, a melhoria de instalações físicas, a disponibilização de mais equipamentos, veículos e armamento. 

Campanha para mais segurança

Campanha para mais segurança

Lançada a campanha “Paciência tem limite. Segurança em Chapecó já!”
Entidades empresariais lançam campanha por mais segurança em Chapecó
ACIC2010-SEGURANÇAPÚBLICA-CAMPANHA 22/06/2010

Depois de anos de promessas sempre renovadas pelas autoridades estaduais e nunca cumpridas, as entidades empresariais – tendo à frente a Associação Comercial e Industrial de Chapecó (ACIC) – lançaram ontem uma campanha por mais segurança no município e anunciaram uma série de ações, entre elas, a paralisação do comércio no dia 8 de julho.
A Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL), o Sindicato do Comércio Varejista (Sicom), a subseção da Ordem dos Advogados do Brasil, o Conselho Regional de Administração (CRA) e a Associação Catarinense de Imprensa (ACI) assinam a campanha ao lado da Acic.
O slogan “Paciência tem limite” traduz fielmente o estado de espírito da comunidade chapecoense, segundo o presidente João Carlos Stakonski. “Faz dez anos que está ocorrendo uma deterioração da segurança em Chapecó”, reclamou, justificando porque a Acic sustenta insistente reivindicação pela ampliação do aparelho policial e judicial de Chapecó.
As entidades reivindicam o aumento imediato do efetivo como pelo menos mais 100 policiais militares e mais 40 policiais civis; melhoria de instalações físicas; disponibilização de mais equipamentos, veículos e armamento; criação da 4a Companhia no 2o BPM, reativação dos conselhos comunitários de segurança (Conseg).
O dirigente acredita que Chapecó não recebeu os investimentos necessários em segurança pública por discriminação, entre outros motivos. “De um lado, a Secretaria de Segurança teve sob seu comando políticos e não técnicos da área, que realizaram uma gestão com orientação eleitoreira, priorizando suas regiões de origens. De outro lado, as lideranças de Chapecó não tiveram força ou prestígio suficientes para obter do governador a ampliação dos quadros das polícias Civil e Militar”.O presidente da Acic demonstrou que Chapecó foi discriminada em benefício de outros municípios, comparando efetivos de outras cidades catarinenses, como Joinville e Criciúma.
O presidente da OAB, Ricardo Cavalli, mostrou que a violência atinge a todos indistintamente, trabalhadores, empresários, donas de casa, estudantes. Frisou que é necessário e urgente ampliar a estrutura judiciária de Chapecó com mais juizes e promotores, com nova cadeia pública e mais vagas na Penitenciária Estadual.
O vice-presidente do Sicom, Ricardo Urbancic, assinalou que a campanha por mais segurança é uma exigência da sociedade e não, apenas, uma iniciativa das entidades empresariais. O presidente da CDL, Dorneles Dávi, mencionou que a violência reduz a qualidade de vida, prejudica todo o setor comercial, gera intranqüilidade e prejuízo aos lojistas.
OPERACIONALIZAÇÃO
As entidades empresariais iniciaram uma ampla articulação junto aos empresários, especialmente do comércio local, para paralisação e fechamento das lojas no horário das 9 às 10 horas do dia 8 de julho. Nesse horário será realizado ato público no cruzamento da avenida Getúlio Vargas com a Marechal Bormann, ocasião em que será distribuída a Carta Aberta ao Governador.
A campanha “Paciência tem limite” será sustentada por cartazes, faixas, banners, anúncios em jornais e VT´s para a televisão.

Campanha para mais segurança - Paralisação

Campanha para mais segurança - Paralisação

Campanha por mais segurança em Chapecó: paralisação no dia 8 de julho
ACIC2010-SEGURANÇAPÚBLICA-CAMPANHA-2 30/06/2010

As entidades empresariais que desencadearam a campanha “Paciência tem limite” pelo fim da violência em Chapecó, organizam para o dia 8 de julho, paralisação e fechamento das lojas no horário das 9 às 10 horas da manhã. Nesse horário será realizado ato público no cruzamento da avenida Getúlio Vargas com a Marechal Bormann, ocasião em que será distribuída a Carta Aberta ao Governador.
Estão engajadas a Associação Comercial e Industrial de Chapecó (ACIC), a Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL), o Sindicato do Comércio Varejista (Sicom), a subseção da Ordem dos Advogados do Brasil, o Conselho Regional de Administração (CRA) e a Associação Catarinense de Imprensa (ACI). Outras associações, sindicatos e, até mesmo, escolas do município já manifestaram apoio à iniciativa e devem enviar grupos de alunos e pessoas para acompanhar o protesto.
O slogan “Paciência tem limite” traduz fielmente o estado de espírito da comunidade chapecoense, segundo o presidente João Carlos Stakonski. “Faz dez anos que está ocorrendo uma deterioração da segurança em Chapecó”, reclamou, justificando porque a Acic sustenta insistente reivindicação pela ampliação do aparelho policial e judicial de Chapecó.
As entidades reivindicam o aumento imediato do efetivo como pelo menos mais 100 policiais militares e mais 40 policiais civis; melhoria de instalações físicas; disponibilização de mais equipamentos, veículos e armamento; criação da 4a Companhia no 2o BPM, reativação dos conselhos comunitários de segurança (Conseg).
O dirigente acredita que Chapecó não recebeu os investimentos necessários em segurança pública por discriminação, entre outros motivos. “De um lado, a Secretaria de Segurança teve sob seu comando políticos e não técnicos da área, que realizaram uma gestão com orientação eleitoreira, priorizando suas regiões de origens. De outro lado, as lideranças de Chapecó não tiveram força ou prestígio suficientes para obter do governador a ampliação dos quadros das polícias Civil e Militar”.O presidente da Acic demonstrou que Chapecó foi discriminada em benefício de outros municípios, comparando efetivos de outras cidades catarinenses, como Joinville e Criciúma.
O presidente da OAB, Ricardo Cavalli, mostrou que a violência atinge a todos indistintamente, trabalhadores, empresários, donas de casa, estudantes. Frisou que é necessário e urgente ampliar a estrutura judiciária de Chapecó com mais juizes e promotores, com nova cadeia pública e mais vagas na Penitenciária Estadual.
O vice-presidente do Sicom, Ricardo Urbancic, assinalou que a campanha por mais segurança é uma exigência da sociedade e não, apenas, uma iniciativa das entidades empresariais. O presidente da CDL, Dornéles Dávi, mencionou que a violência reduz a qualidade de vida, prejudica todo o setor comercial, gera intranquilidade e prejuízo aos lojistas.

Protesto

Protesto

Protesto nesta quinta-feira
Empresários e trabalhadores vão às ruas pedir mais segurança em Chapecó
ACIC2010-SEGURANÇAPÚBLICA-CAMPANHA-3 07/07/2010

Empresários, trabalhadores, donas de casa e estudantes vão às ruas, em Chapecó, nesta quinta-feira (dia 8), para uma manifestação contra a falta de investimentos na segurança pública da maior cidade do grande oeste catarinense. Das 9 às 10 horas da manhã, os estabelecimentos comerciais fecharão suas portas no cruzamento da avenida Getúlio Vargas com a Marechal Bormann em sinal de protesto pela situação que vive o município: a criminalidade e a delinquência aumentam, enquanto a estrutura policial diminui. Durante o ato será distribuída a Carta Aberta ao Governador.
A campanha “Paciência tem limite” é organizada pela Associação Comercial e Industrial de Chapecó (ACIC), Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL), Sindicato do Comércio Varejista (Sicom), a subseção da Ordem dos Advogados do Brasil, o Conselho Regional de Administração (CRA) e a Associação Catarinense de Imprensa (ACI). Dezenas de outras associações, sindicatos, clubes e escolas manifestaram apoio à iniciativa.
As entidades reivindicam o aumento imediato do efetivo como pelo menos mais 100 policiais militares e mais 40 policiais civis; melhoria de instalações físicas; disponibilização de mais equipamentos, veículos e armamento; criação da 4a Companhia no 2o BPM e reativação dos conselhos comunitários de segurança (Conseg).
O presidente da Acic, João Carlos Stakonski, reclama que “há dez anos ocorre uma deterioração do aparelho de segurança em Chapecó”, com redução do número de policiais civis e militares e sucateamento das condições físicas de trabalho.
Depois de dezenas de reuniões, seminários, audiências e entrega de documentos, “somente nos restou um ato público para manifestar a insatisfação e a revolta da sociedade chapecoense”, assinalou.
DISCRIMINAÇÃO
Stakonski acredita que Chapecó não recebeu os investimentos necessários em segurança pública por discriminação, entre outros motivos. “De um lado, a Secretaria de Segurança teve sob seu comando políticos e não técnicos da área, que realizaram uma gestão com orientação eleitoreira, priorizando suas regiões de origens. De outro lado, as lideranças de Chapecó não tiveram força ou prestígio suficientes para obter do governador a ampliação dos quadros das polícias Civil e Militar”.O presidente da Acic demonstrou que Chapecó foi discriminada em benefício de outros municípios, comparando efetivos de outras cidades catarinenses, como Joinville e Criciúma.
O presidente da OAB, Ricardo Cavalli, mostrou que a violência atinge a todos indistintamente, trabalhadores, empresários, donas de casa, estudantes. Frisou que é necessário e urgente ampliar a estrutura judiciária de Chapecó com mais juizes e promotores, com nova cadeia pública e mais vagas na Penitenciária Estadual.
O vice-presidente do Sicom, Ricardo Urbancic, assinalou que a campanha por mais segurança é uma exigência da sociedade e não, apenas, uma iniciativa das entidades empresariais. O presidente da CDL, Dornéles Dávi, mencionou que a violência reduz a qualidade de vida, prejudica todo o setor comercial, gera intranquilidade e prejuízo aos lojistas.

Ato Público Contra Violência

Ato Público Contra Violência

Ato público contra a violência reúne mais de 2 mil pessoas em Chapecó
ACIC2010-SEGURANÇAPÚBLICA-CAMPANHA-4 09/07/2010

Um protesto pacífico pelo fim da violência que acomete a maior cidade do Oeste catarinense reuniu mais de 2 mil pessoas na quinta-feira, no coração de Chapecó. O local escolhido para o ATO PÚBLICO foi o cruzamento da avenida Getúlio Vargas com a Marechal Bormann onde empresários, trabalhadores, donas de casa e estudantes participaram da manifestação contra a falta de investimentos na segurança pública. Das 9 às 10 horas da manhã, os estabelecimentos comerciais fecharam as portas em protesto pela situação que vive o município: a criminalidade e a delinquência aumentam, enquanto a estrutura policial diminui.
A manifestação faz parte da campanha “Paciência tem limite”, organizada por instituições da sociedade civil e encabeçada pela Associação Comercial e Industrial de Chapecó (ACIC), Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL), Sindicato do Comércio Varejista (Sicom), a subseção da Ordem dos Advogados do Brasil, o Conselho Regional de Administração (CRA) e a Associação Catarinense de Imprensa (ACI). Dezenas de outras associações, sindicatos, clubes e escolas manifestaram apoio à iniciativa. Durante o ato foi distribuída a Carta Aberta endereçada ao Governador do Estado de Santa Catarina.
As entidades reivindicam o aumento imediato do efetivo como pelo menos mais 100 policiais militares e mais 40 policiais civis; melhoria de instalações físicas; disponibilização de mais equipamentos, veículos e armamento; criação da 4a Companhia no 2o BPM e reativação dos conselhos comunitários de segurança (Conseg).
Além das manifestações dos presidentes das entidades promotoras do protesto, empresários e vítimas da violência deram depoimentos relatando casos de sequestros, agressões e prejuízos ocorridos nos últimos meses. O presidente da Sociedade Amigos de Chapecó (SAC) disse que “o município, quinto maior arrecadador de impostos do Estado deveria receber nas mesmas proporções os investimentos públicos”. O empresário Moacir Tiecher relatou o episódio em que ele e a família ficaram reféns dos bandidos e quase perdeu a vida. Sérgio Utzig reclamou da omissão dos políticos na solução dos problemas e o aumento da corrupção no setor público. Luiz Carlos Bernardi, Lizandra Cansian, Gilson Vivian e Mirian Fillipi expuseram a insegurança dos lojistas do centro de Chapecó.
O presidente da OAB, Ricardo Cavalli, mostrou que a violência atinge a todos indistintamente, trabalhadores, empresários, donas de casa e estudantes. Frisou que é necessário e urgente ampliar a estrutura judiciária de Chapecó com mais juizes e promotores, com nova cadeia pública e mais vagas na Penitenciária Estadual.
O vice-presidente do Sicom, Ricardo Urbancic, assinalou que a campanha por mais segurança é uma exigência da sociedade e não, apenas, uma iniciativa das entidades empresariais. O presidente da CDL, Dornéles Dávi, mencionou que a violência reduz a qualidade de vida, prejudica todo o setor comercial, gera intranquilidade e prejuízo aos lojistas.
O prefeito de Chapecó, José Cláudio Caramori, anunciou a doação de um terreno de 5.328 metros quadrados para o Ministério da Justiça construir a sede da Polícia Federal em Chapecó.
O presidente da Acic, João Carlos Stakonski, encerrou o ato lembrando que todas as vias institucionais foram esgotadas: Depois de dezenas de reuniões, seminários, audiências e entrega de documentos, “somente nos restou um ato público para manifestar a insatisfação e a revolta da sociedade chapecoense”, assinalou. O aparelho de segurança em Chapecó sofre grave redução do número de policiais civis e militares e sucateamento das condições físicas de trabalho.

Carta Aberta ao Governador

Carta Aberta ao Governador

Carta aberta ao Sr. Governador
As sociedades mais evoluídas são aquelas em que os cidadãos envolvem-se permanentemente com os problemas de suas comunidades, abandonando aquelas arcaicas e omissivas atitudes de auto-exclusão.
Hodiernamente, a complexa problemática da segurança pública e o avanço da criminalidade e da delinqüência alcançam a todas as classes sócioeconômicas, levando o pânico, a incerteza e a inquietação a todas as famílias de Chapecó. Para muitas, onde o crime ceifou vidas e patrimônio, essa situação representa verdadeiras tragédias. Para essas famílias de nada adiantarão promessas e anúncios dos governos, porque essas perdas são irreversíveis.
Refletindo e interpretando a sensação de insegurança que permeia o tecido social, a Associação Comercial e Industrial de Chapecó (ACIC) vem priorizando essa questão há mais de dez anos, com apoio da CDL, do SICOM e da OAB.
Nesse período, promovemos dezenas de reuniões, atos públicos, encontros e audiências com autoridades e representantes da comunidade. Não ajudamos apenas a diagnosticar o quadro de violência e criminalidade que assola Chapecó, mas, também, a selecionar as prioridades e construir as condições para implementá-las.
Apontamos as deficiências com o intuito de traçar as melhores estratégias de superação, especialmente daquelas insuficiências localizadas no aparelho policial instalado em Chapecó, em termos de efetivo policial, equipamento, viaturas, armamento e instalações físicas. Não buscamos apenas uma simplista visão policial, pois sabemos que a violência é um fenômeno complexo e multicausal.
Criamos condições para a soberana manifestação da comunidade e seus representantes e, também, para a manifestação das autoridades sobre ações e medidas que deveriam ser implementadas para modificar esse panorama.
Esta é, novamente, a manifestação livre e soberana de uma comunidade ordeira, progressista, cumpridora de suas obrigações, que acredita na força do trabalho e tem fé no futuro, mas que não suporta mais conviver com os níveis de violência e criminalidade que destrói lares, ceifa vida, dilapida patrimônio e vergasta as comunidades rurais e urbanas.
Reiteramos os termos de nosso expediente de 07 de julho de 2009, encaminhado ao excelentíssimo senhor Governador, no qual fizemos uma ampla abordagem desse tema, pois continuam na pauta das prioridades a ampliação do efetivo de policiais civis e militares, a melhoria de instalações físicas, além de disponibilização de mais equipamentos, veículos e armamento.
Em nosso documento de julho/2009, assinalamos com tristeza que o cotejo e análise do tratamento que Chapecó – a quarta maior economia catarinense – vem recebendo do Governo do Estado em relação a outros municípios de menor porte e/ou com demandas menos graves no setor de segurança pública, permitem uma conclusão desanimadora: não está havendo justiça, equidade, isenção e juízo técnico nas decisões de quem administra a política de segurança de Santa Catarina.
Chapecó está à mercê do crime. Vidas são ceifadas e patrimônios destruídos pela ação criminosa. O aparelho de segurança – apesar da dedicada atenção dos policiais civis e militares – padece da insuficiência de recursos humanos.
A questão da falta de policiais militares é dramática em Chapecó. O 2º BPM tem sobre sua circunscrição 41 municípios, atendendo uma média mensal de 6.500 ocorrências, sendo que 70% destas são oriundas de Chapecó. Cresce o número de ocorrências geradas e não atendidas por falta de patrulha ou por atendimento de outras ocorrências prioritárias.
Estudo de distribuição de efetivo do 2º BPM permitiu concluir-se que, para suprir as necessidades do município, é necessário um incremento imediato de pelo menos 100 policiais militares.
A área de cobertura do 2º BPM contempla municípios-pólos como São Lourenço do Oeste, Quilombo, Pinhalzinho, Xanxerê, Xaxim, porém, Chapecó auxilia todos os demais municípios quando ocorrem, eventos de vulto como feiras, exposições, operação veraneio, operação carnaval, operação eleição etc.
Grande parte do efetivo e dos recursos materiais, em Chapecó, é retirado das ruas para atividades regulares em Presídio Regional, Penitenciária Agrícola, CIP, PROERD, Canil, Cavalaria, PPT, Pelotão de Motocicletas e bases operacionais, além do Terminal rodoviário, Fórum da Comarca e guarda de presos no Hospital.
O crescimento de Chapecó reflete-se na necessidade de reorganização administrativa do 2º BPM e recomenda a criação de mais uma Companhia PM, o que exigirá nova inclusão de efetivo e apoio material.
A Polícia Militar utiliza em Chapecó uma frota diária média de veículos leves e motocicletas com grande quilometragem rodada e necessitando de renovação. Por outro lado, requer-se novos cursos de capacitação da tropa e de formação de soldados, pois existe a previsão de nos próximos quatro anos irem para a reserva remunerada 141 policiais, além da obrigatoriedade de implementação do projeto COPOM em mais 50 homens.
A situação da POLÍCIA CIVIL também é delicada. A 12ª Delegacia Regional de Polícia, com sede em Chapecó, abrange uma região com 22 municípios. Destes, seis são sedes de comarca: Chapecó, Coronel Freitas, Modelo, Pinhalzinho, Palmitos e São Carlos. Outros 16 municípios possuem Delegacias Municipais. A comarca de Chapecó abrange os municípios de Chapecó, Cordilheira Alta, Nova Itaberaba, Planalto Alegre, Caxambu do Sul e Guatambu. Na sede funciona a Delegacia Regional (12ª DRP), três DPs e a Delegacia da Mulher, Criança e Idoso.
A PC de Chapecó recebeu este ano um reforço de 14 policiais e conta atualmente com cerca de 70 policiais civis na ativa, distribuídos na DRP, na 1ª DP, 2ª DP, 3a DP e DP da Mulher, Criança e Idoso. Essa dotação é muito pequena em face das atividades que são desempenhadas, desde serviços de cidadania (Ciretran veículos e carteira de motorista, multas, recursos de trânsito), jogos e diversões, alvarás, secretaria, gestão de pessoal, atendimento ao público, registro de BOs, serviço cartorário, plantão, investigação, atendimento às cinco Delegacias Municipais, entre outros encargos.
Em termos de viaturas, a Polícia Civil da comarca de Chapecó está em pleno sucateamento, com mais de 10 anos de uso. É preciso assinalar que o município de Chapecó possui uma população fixa e flutuante estimada em 200.000 pessoas, sendo que apenas no bairro Efapi residem cerca de 40.000 pessoas.
Hoje, para se dotar a Polícia Civil de Chapecó com um número mínimo de policiais para o desempenho de suas atividades requer-se de no mínimo mais 40 policiais, entre escrivães, investigadores, escreventes e delegados. A frota de viaturas deve ser renovada e ampliada. Os 40 novos policiais reivindicados apenas supririam a demanda imediata, o que, em médio prazo, já se tornaria defasado em razão do célere crescimento que o município de Chapecó apresenta.
Uma das mais importantes inovações, no enfrentamento dessa questão, foi a constituição dos Conselhos de Segurança (Conseg´s) Norte, Sul, Leste, Oeste e Centro que permitiram maior proximidade dos organismos estatais com a comunidade. Nos últimos tempos, os Conseg´s foram esvaziados e desmobilizados, configurando um retrocesso para a sociedade civil. Reivindicamos a reinstalação e o revigoramento desses conselhos e a destinação de uma viatura policial para cada base desses Conseg´s, bem como o correspondente efetivo policial.
Em face do exposto, Senhor Governador, rogamos a Vossa Excelência determinar a implementação imediata do conjunto das medidas necessárias e inadiáveis para restaurar as condições de segurança para a população chapecoense viver e trabalhar e paz e tranqüilidade.
Respeitosamente,
ACIC, CDL, SICOM, OAB, CRA, ACI

ACIC Cobra Promessa

ACIC Cobra Promessa

Ficou só na promessa
Acic cobra os 125 policiais para Chapecó prometidos pelo governador
ACIC2010-SEGURANÇAPÚBLICA-COBRANÇA 10/03/2010

A promessa do governador Luiz Henrique feita na Associação Comercial e Industrial de Chapecó (ACIC), em agosto do ano passado, em lotar a Polícia Militar com mais 100 homens e, a Polícia Civil, com mais 25, não foi cumprida, o que motivou, nesta semana, um duro expediente da entidade, endereçado ao chefe do executivo estadual.
“A problemática da segurança pública no município de Chapecó continua afligindo a comunidade chapecoense”, manifestou o presidente João Carlos Stakonski, observando que “mais uma vez tomamos a iniciativa de apontar os problemas crônicos em relação aos quais Vossa Excelência anunciou medidas que – infelizmente – ainda não se concretizaram.”
O dirigente reiterou as prioridades levantadas nos últimos anos, como a ampliação do efetivo de policiais civis e militares, a melhoria de instalações físicas, e a disponibilização de mais equipamentos, veículos e armamento.
Em agosto de 2009, o governador, acompanhado de seu staff e dos dirigentes dos organismos de segurança, visitou a Acic e anunciou a ampliação dos quadros da PM e da PC com mais 125 policiais. Esse reforço nunca foi concretizado.
A Acic reconhece que o governador “tem sido magnânimo em apoiar e promover investimentos em obras e serviços públicos para Chapecó nas outras áreas da vida pública”, mas reclama que não está havendo justiça, equidade, isenção e juízo técnico nas decisões de quem administra a política de segurança de Santa Catarina. Em documento encaminhado no mês de julho, a Acic demonstrava que municípios menores e com menos demandas recebiam maior estrutura de policiais, veículos e equipamentos.
“Cotejo e análise do tratamento que Chapecó – a quarta maior economia catarinense – vem recebendo do Governo do Estado em relação a outros municípios de menor porte e/ou com demandas menos graves no setor de segurança pública, permitem uma conclusão desanimadora: Chapecó está à mercê do crime. Vidas são ceifadas e patrimônios destruídos pela ação criminosa, enquanto o aparelho de segurança – apesar da dedicada atenção dos policiais civis e militares – padece da insuficiência de recursos humanos.
Na avaliação da Acic, não estaria havendo justiça, equidade, isenção e juízo técnico nas decisões de quem administra a política de segurança de Santa Catarina.
A diretoria da Acic pedirá audiência com o governador, em Florianópolis, para reivindicar um junto das medidas necessárias e inadiáveis para restaurar as condições de segurança para a população chapecoense viver e trabalhar e paz e tranqüilidade.

ACIC quer debater com novo Governador

ACIC quer debater com novo Governador

Acic quer debater a segurança pública em Chapecó com o novo governador
ACIC2010-SEGURANÇAPÚBLICA-COLOMBO 07/10/2010
A questão da segurança pública será o primeiro tema levado ao recém-eleito governador de Santa Catarina, Raimundo Colombo, pela Associação Comercial e Industrial de Chapecó (Acic). O presidente da entidade empresarial, João Carlos Stakonski, antecipou hoje que pedirá um encontro com o governador para expor a problemática que aflige a população do município em razão do crescimento da delinquência e da criminalidade, de um lado, e da redução da estrutura policial, de outro.
“Depois de anos de promessas sempre renovadas pelas autoridades estaduais e nunca cumpridas, as entidades empresariais priorizaram a questão da segurança”, expôs Stakonski. Em maio deste ano, a Acic, CDL, Sicom, OAB e ACI desencadearam a campanha “Paciência tem limite”, em prol da ampliação do aparelho policial e judicial de Chapecó.
As entidades reivindicam o aumento imediato do efetivo com pelo menos mais 100 policiais militares e mais 40 policiais civis; melhoria de instalações físicas; disponibilização de mais equipamentos, veículos e armamento; criação da 4a Companhia no 2o BPM, reativação dos conselhos comunitários de segurança (Conseg).
O presidente da Acic expôs que as ocorrências policiais cresceram 400% e a força policial foi reduzida em 25% nos últimos 15 anos. Atualmente não há policiamento ostensivo, não há investigação policial e não existem vagas no sistema prisional.
O dirigente acredita que Chapecó não recebeu os investimentos necessários em segurança pública por falta de critério técnico, entre outros motivos. “De um lado, a Secretaria de Segurança teve sob seu comando políticos e não técnicos da área, que realizaram uma gestão com orientação eleitoreira, priorizando suas regiões de origens. De outro lado, as lideranças de Chapecó não tiveram força ou prestígio suficientes para obter do governador a ampliação dos quadros das polícias Civil e Militar”.
DISCRIMINAÇÃO
O presidente da Acic demonstrou que Chapecó foi discriminada em benefício de outros municípios, comparando efetivos de outras cidades catarinenses, como Joinville e Criciúma.
A iniciativa – que incluiu um ato público na avenida Getúlio Vargas em 8 de julho – foi uma reação ao insucesso dos canais formais e institucionais que a Acic reiteradamente utilizou, nos últimos seis anos, para reivindicar medidas concretas no combate ao crime e na redução da delinquência em nossa cidade. “Resultaram infrutíferas todas as ações anteriores – expedientes, audiências públicas, reuniões, seminários etc – restando tão somente a manifestação pública e pluralista do descontentamento e da irresignação da sociedade civil frente à crônica omissão do Estado para com um dos seus principais compromissos: a garantia de segurança aos cidadãos”.
“Acreditamos que, sob o comando do novo governador, a situação mudará”, acredita o presidente João Carlos Stakonski.

Entrevistas Agendadas

Entrevistas Agendadas

Entrevistas agendadas campanha contra violência em Chapecó

Dia 30/06 – TV Sul Brasil – 21h30 - João Stakonski (ACIC) e Ricardo Cavalli (OAB)

Dia 05/07 – Rádio Super Condá – 8h30 - João (ACIC) Urbancic (Sicom) e Cavalli (OAB)

Dia 06/07 – Rádio Chapecó – 8 horas – Dornéles (CDL) e Eduardo (Sicom)

Dia 07/07 – TV Sul Brasil – 21h30 – Dornéles (CDL), João (ACIC) e Cavalli (OAB)

Dia 08/07 – RBS TV – 6h15 – João Stakonski (ACIC) 

Carta ao Governador 2 - Março 2010

Carta ao Governador 2 - Março 2010

Chapecó, 05 de março de 2010.

Excelentíssimo Senhor
Doutor LUIZ HENRIQUE DA SILVEIRA
Governador do Estado de Santa Catarina
Florianópolis (SC)

Senhor Governador:

A problemática da segurança pública no município de Chapecó continua exigindo a atenção desta Associação Comercial e Industrial (ACIC) e afligindo a comunidade chapecoense. Mais uma vez tomamos a iniciativa de apontar os problemas crônicos em relação aos quais Vossa Excelência anunciou medidas que – infelizmente – ainda não se concretizaram.
Reiteramos os termos de nosso expediente de 07 de julho de 2009, no qual fizemos uma ampla abordagem desse tema, pois continuam na pauta das prioridades a ampliação do efetivo de policiais civis e militares, a melhoria de instalações físicas, além de disponibilização de mais equipamentos, veículos e armamento.
Em agosto passado, V. Excelência nos honrou com uma visita, acompanhado de seu staff e dos dirigentes dos organismos de segurança. Naquela ocasião, após relatos apresentados por essa entidade empresarial, V. Excelência anunciou a ampliação dos quadros da PM com mais 100 policiais militares e, da PC, com mais 25 policiais civis.
Esse reforço nunca foi concretizado. Informes que chegam a esta Associação dão conta de que os policiais militares e civis em formação nas respectivas escolas estão destinados a outras comunidades, impedindo que Chapecó receba os 125 homens prometidos.
Vossa Excelência tem sido magnânimo em apoiar e promover investimentos em obras e serviços públicos para Chapecó nas outras áreas da vida pública. Por isso, não acreditamos que sua palavra não será cumprida, mas, se isso realmente ocorrer, vamos considerar um golpe injusto nos legítimos e superiores interesses de nosso município.
Em nosso documento de julho/2009, assinalamos: “Cotejo e análise do tratamento que Chapecó – a quarta maior economia catarinense – vem recebendo do Governo do Estado em relação a outros municípios de menor porte e/ou com demandas menos graves no setor de segurança pública, permitem uma conclusão desanimadora: não está havendo justiça, equidade, isenção e juízo técnico nas decisões de quem administra a política de segurança de Santa Catarina.”
Chapecó está à mercê do crime. Vidas são ceifadas e patrimônios destruídos pela ação criminosa. O aparelho de segurança – apesar da dedicada atenção dos policiais civis e militares – padece da insuficiência de recursos humanos.
Em face do exposto, Senhor Governador, rogamos a Vossa Excelência determinar a implementação imediata do conjunto das medidas necessárias e inadiáveis para restaurar as condições de segurança para a população chapecoense viver e trabalhar e paz e tranqüilidade.
Respeitosamente,

JOÃO CARLOS STAKONSKI – PRESIDENTE

MAURÍCIO ZOLET- VICE-PRESIDENTE

MILTON SORDI – PRESIDENTE DO CONSELHO DELIBERATIVO



ACIC2010-SEGURANÇAPÚBLICA-GOVERNADOR-CARTA

Carta ao Governador 3 - Outubro 2013

Carta ao Governador 3 - Outubro 2013

GDP 364/13
Chapecó, SC, 31 de outubro de 2013.

Excelentíssimo Senhor
JOÃO RAIMUNDO COLOMBO
Governador do Estado de Santa Catarina

Senhor Governador,

A Associação Comercial e Industrial de Chapecó (ACIC) quer manifestar sua total e absoluta contrariedade aos planos anunciados pelo Departamento de Administração Prisional (DEAP) de ampliação da Penitenciária Estadual e de transferência, para este Município oestino, de 800 sentenciados que cumprem penas em regimes fechado e semi-aberto em várias regiões do Estado.

Essa transferência implicará diretamente na vinda de pelo menos 4.000 familiares dos condenados, criando-se em Chapecó uma nova comunidade carente, exigindo pesados desembolsos do Poder Público para o atendimento de demandas nas áreas de saúde, educação, saneamento, habitação etc.

Por outro lado, são preocupantes as informações segundo as quais está prevista a construção de um pavilhão para abrigar detentos em regime fechado, outro pavilhão para prisioneiros em regime semi-aberto e, ainda, um terceiro bloco para abrigar a Penitenciária Feminina. Dessa forma, a Penitenciária de Chapecó ultrapassará a marca de 2.500 prisioneiros.

Assombra-nos a noção de que grande parcela desses quadros prisionais é constituída de criminosos de alta periculosidade, cuja permanente possibilidade de evasão é um risco para as famílias chapecoenses.

Essa ampliação, sem consulta nem anuência da sociedade regional, representa um injusto ônus e uma inominável violência contra a liberdade de Chapecó decidir seu futuro.

Defendemos o princípio adotado pelas nações desenvolvidas, de acordo com o qual, cada região deve cuidar da destinação carcerária dos seus respectivos condenados. Não aceitamos abrigar em Chapecó condenados de todas as comarcas do Estado para vivermos, aqui, um eterno pesadelo de natureza criminal e social.

Senhor Governador, apelamos para que a decisão do órgão de administração prisional seja imediatamente revogada e, a licitação pública para ampliação da Penitenciária de Chapecó, suspensa.

Aguardamos sua manifestação, certos de que saberá avaliar com sabedoria e justiça a presente manifestação.

Respeitosamente,




MAURÍCIO ZOLET ORIVALDO CHIAMOLERA CLAUDIO DE MARCO
Presidente ACIC Presidente Conselho Deliberativo Presidente Conselho Consultivo 

Carta ao Governador 4 - Janeiro 2014

Carta ao Governador 4 - Janeiro 2014

GDP 01/14
Chapecó (SC), 14 de Janeiro de 2014.

Excelentíssimo Senhor
JOÃO RAIMUNDO COLOMBO
Governador do Estado de Santa Catarina


Senhor Governador,

A Associação Comercial e Industrial de Chapecó (ACIC) vem, mais uma vez, a sua presença para manifestar total e absoluta contrariedade aos planos anunciados pelo Departamento de Administração Prisional (DEAP) de ampliação da Penitenciária Estadual e de transferência, para este Município oestino, de 800 sentenciados que cumprem penas em regimes fechado e semi-aberto em várias regiões do Estado.

Essa transferência implicará diretamente na vinda de pelo menos 4.000 familiares dos condenados, criando-se em Chapecó uma nova comunidade carente, exigindo pesados desembolsos do Poder Público para o atendimento de demandas nas áreas de saúde, educação, saneamento, habitação etc.

Por outro lado, são preocupantes as informações segundo as quais está prevista a construção de um pavilhão para abrigar detentos em regime fechado, outro pavilhão para prisioneiros em regime semi-aberto e, ainda, um terceiro bloco para abrigar a Penitenciária Feminina. Dessa forma, a Penitenciária de Chapecó ultrapassará a marca de 2.500 prisioneiros.

Assombra-nos a noção de que grande parcela desses quadros prisionais é constituída de criminosos de alta periculosidade, cuja permanente possibilidade de evasão é um risco para as famílias chapecoenses.

Essa ampliação, sem consulta nem anuência da sociedade regional, representa um injusto ônus e uma inominável violência contra a liberdade de Chapecó decidir seu futuro.

Defendemos o princípio adotado pelas nações desenvolvidas, de acordo com o qual, cada região deve cuidar da destinação carcerária dos seus respectivos condenados. Não aceitamos abrigar em Chapecó condenados de todas as comarcas do Estado para vivermos, aqui, um eterno pesadelo de natureza criminal e social.

Essa posição, que assumimos leal e publicamente, não expressa apenas a visão do setor empresarial, mas, é o sentimento dominante em toda a sociedade chapecoense, como revelam os abaixo-assinados que circulam pela cidade.




Esses documentos condenam a ampliação da estrutura prisional em
Chapecó e recebem o apoio maciço da população.

Causa estranheza e revolta que, apesar dos inequívocos protestos das
entidades de representação social, profissional e econômica, o Governo de Vossa Excelência, alheio a tudo, determinou a licitação da obra (já concluída) e a contratação de empresa construtora para iniciar, em fevereiro próximo, a execução do projeto, orçado em 27 milhões de reais.

Senhor Governador, apelamos para que a decisão do órgão de administração prisional seja imediatamente revogada e, a licitação pública para ampliação da Penitenciária de Chapecó, anulada.

Aguardamos sua manifestação, certos de que saberá avaliar com sabedoria e justiça a presente manifestação.


Respeitosamente,


Bento Zanoni Orivaldo Chiamolera Cláudio De Marco
Presidente Executivo Presidente Deliberativo Presidente Consultivo


c/c

Sr. José Cláudio Caramori
Prefeito Municipal de Chapecó

Sr. Américo do Nascimento Júnior
Secretário de Desenvolvimento Regional de Chapecó

Avança campanha das entidades empresariais pela segurança pública

Avança campanha das entidades empresariais pela segurança pública

Em resposta às insistentes reivindicações das entidades empresariais de Chapecó, o Governo do Estado autorizou a construção do novo complexo do CASE/CASEP no município, inaugurou a base do Serviço Aeropolicial de Fronteira da Polícia Civil (Saer/Fron) e entregou um helicóptero à Polícia Civil, e anunciou a criação de cindo comandos e aumento do efetivo da Polícia Militar. Estas medidas são resultado da campanha “Chega de violência: Chapecó unidade exige segurança”, lançada em fevereiro pela ACIC, CDL Chapecó e Sicom, com a adesão de 50 organizações da sociedade civil.
Case/Casep de Chapecó
No dia 15 de julho, o secretário de Desenvolvimento Regional de Chapecó, Américo do Nascimento Júnior, e o secretário de Estado da Justiça e Cidadania, Sady Beck Júnior, assinaram a ordem de serviço para as obras em ato realizado no Centro Empresarial Cesec. Participaram os dirigentes José Carlos Benini (CDL), Bento Zanoni (ACIC) e Lenoir Tozzo (Sicom), além do prefeito José Caramori e do diretor do Departamento de Administração Socioeducativa (Dease) da SJC, Roberto Lajus e a imprensa.
O Governo do Estado investirá R$ 11,9 milhões na obra. O novo complexo será formado pelo Centro de Atendimento Socioeducativo (Case) e Centro de Atendimento Socioeducativo Provisório (Casep), adotando o mesmo modelo de outras unidades do Estado. A obra prevê a construção de um prédio moderno com 60 vagas, sendo 40 para o Case (hoje conta com 20) e mais 20 vagas para o Casep (hoje são 10).
A nova estrutura, com aproximadamente 5.000 metros quadrados, será construída no mesmo terreno que abriga o CASE, ao lado da Penitenciária Agrícola de Chapecó, no Bairro Efapi. A Construtora LG tem 18 meses de prazo contratual, mas, pretende executar a obra em 12 meses.
Quando a obra iniciar, toda a estrutura existente será demolida. Os adolescentes internos serão remanejados para outras unidades em Concórdia, Xanxerê, Joaçaba, São José do Cedro, Joinville e Grande Florianópolis até que o complexo seja finalizado. A previsão é de um ano para conclusão.
No novo espaço, os internos receberão escolarização e poderão participar das oficinas de artesanato em madeira, panificação, horta e computação. Os menores também terão atendimento psicológico, pedagógico e de assistentes sociais.
O presidente da ACIC Bento Zanoni apelou para que a atual estrutura não seja demolida, pois isso neutralizará parte da expansão de vagas que os novos investimentos proporcionarão. Assinalou que a Polícia identificou que existem 70 adolescentes infratores de alta periculosidade nas ruas de Chapecó que, cedo ou tarde, serão recolhidos ao CASE/CASEP. Portanto, considera que os novos investimentos são importantes, mas, não resolverão o problema da insuficiência de vagas.
Inauguração do SAER
No mês de julho, o governador João Raimundo Colombo, acompanhado pelo Secretário de Segurança Pública de Santa Catarina, César Augusto Grubba, estive em Chapecó para entrega oficial do helicóptero à Polícia Civil. Na ocasião, também foi inaugurada a base do Serviço Aeropolicial de Fronteira da Polícia Civil (Saer/Fron), em Chapecó, instalado junto ao Aeroporto Serafin Enoss Bertaso.
O local foi cedido por meio de contrato de cessão de uso entre a prefeitura de Chapecó e Secretaria de Segurança Pública. O hangar tem aproximadamente 400 metros quadrados. A prefeitura realizou investimentos em pavimentação asfáltica, piso e a cobertura do espaço. A pintura do Hangar foi custeada pelas entidades empresariais ACIC, CDL e SICOM.
O helicóptero, um modelo esquilo B2, foi adquirido pelo valor de R$ 4,5 milhões, recursos do governo federal (R$ 3 milhões) e a contrapartida do Estado (R$ 1,5 milhão), por meio de convênio entre a Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp) e a Secretaria de Estado da Segurança Pública. O helicóptero será utilizado no apoio ao policiamento de fronteira, no âmbito do Enafron – Estratégia Nacional de Fronteira.

PM descentraliza ações e cria cinco comandos de áreas

Para resgatar e reforçar a credibilidade, diminuir a sensação de insegurança e restabelecer a confiança mútua entre o cidadão e a Polícia Militar foi anunciada, também no mês de julho, a criação de cinco comandos de áreas da sede do 2º BPM. O anúncio foi feito no auditório da ACIC, pelo comandante da 4ª região Militar coronel Edivar Antonio Bedin, em companhia dos presidentes Bento Zanoni, José Carlos Benini e Marcos Antonio Barbieri.
“É a primeira vez que ocorre uma reformulação tão intensa, pois a violência nos preocupa. Essa revisão tem o foco na eficiência, eficácia e efetividade das ações. Chapecó só tinha uma unidade operacional de comando e agora passará a contar com cinco”, explicou Bedin.
As áreas foram divididas em Centro/Norte, Oeste (Efapi), Leste (Palmital), Sul/Bormann e policiamento tático de apoio. Cada unidade contará com um capitão, uma fração de tropa e viaturas. As sedes serão as atuais estruturas físicas das bases operacionais, com efetivo médio de 17 profissionais em cada base.
A divisão visa tornar as ações de policiamento mais eficientes, com uma melhor análise das reais necessidades de cada comunidade, melhor emprego do policiamento e em especial a aproximação dos comandos com a comunidade. “Precisamos que os moradores confiem nessas pessoas e repassem informações para a situação de impunidade. Temos casos de pessoas que cometeram 54 crimes e estão soltas”, exemplificou.
Benini e Tozzo também se manifestaram e pediram a continuidade dos investimentos em segurança pública. Lembram que a campanha das entidades empresariais já resultou no aumento do efetivo, criação do serviço aéreo da Polícia Civil e na construção do Case/Casep.