Educação

Educação

Chapecó é o maior centro de formação da parte ocidental do Estado, contemplando desde a qualificação profissionalizante de níveis fundamental e médio até a graduação para todas as carreiras universitárias.

Conhecendo a Infraestrutura

Conhecendo a Infraestrutura

Segunda-feira:
ACIC conhece estrutura da UFFS
23/06/2004

Nesta segunda-feira, 29, às 18h30, o Conselho Deliberativo da Associação Comercial e Industrial de Chapecó (ACIC) estará reunido no auditório da entidade para sessão ordinária.
A pauta do encontro será “a apresentação da estrutura, planos e projetos da Universidade Federal da Fronteira Sul Campus Chapecó”.
A reunião será presidida pelo empresário Orivaldo Chiamolera e o expositor será o reitor da UFFS.

Instalação UFFS em Chapecó

Instalação UFFS em Chapecó

12/08/2011

Entrevista sobre a instalação da UFFS em Chapecó com o presidente da ACIC, João Carlos Stakonski

1) A ACIC já percebeu alguma diferença no comércio depois da implantação da UFFS?
João Carlos Stakonski – A Associação Comercial e Industrial de Chapecó (ACIC) percebeu sim um incremento no comércio do município após a implantação da Universidade Federal da Fronteira Sul (UFFS). A ampliação ocorreu nos setores hoteleiros, imobiliários e neste momento na questão da aquisição de imóveis. Isso por causa da vinda dos estudantes para a cidade, do corpo docente e dos técnicos. Na análise do consumo também ocorreu um acréscimo para a aquisição de material interno para a implantação da instituição como por exemplo a compra de móveis e de utensílios.

2) Houve geração de empregos em decorrência da universidade? A Associação tem números?
João Carlos Stakonski – A universidade contribui na geração de empregos para Chapecó, principalmente na área de segurança, prestação de serviço como manutenção e limpeza, enfim, é possível ressaltar que toda a cadeia produtiva ligada à universidade teve incremento de novos postos de trabalho. A ACIC não possui números ou pesquisas, mas acredita que passou de 700 novos empregos a partir da implantação da universidade federal.

3) Qual a opinião da associação sobre a vinda da federal para Chapecó?
João Carlos Stakonski - A vinda da universidade federal para Chapecó foi fundamental para o desenvolvimento da matriz econômica da educação que fortalece a cidade e a regional. É importante destacar que a ACIC acompanhou a implantação da instituição e coordenou a Comissão Municipal para Acompanhamento da Instalação da UFFS. Na época integraram a comissão os representantes do Centro Empresarial, da Ordem dos Advogados do Brasil subseção de Chapecó, dos clubes de serviço e representantes dos profissionais liberais. A ACIC já tinha manifestado o interesse de participar das decisões que envolviam a implantação da universidade federal e sempre demonstrou disponibilidade de participar das reuniões e dos grupos de trabalho para definir a estrutura pedagógica e dos cursos oferecidos. Isso porque a associação comercial defendeu a necessidade de que o projeto geral da UFFS contemplasse a visão, os anseios e as necessidades das classes empresariais de forma a representar uma síntese cultural e econômica da comunidade regional envolvente.
A vinda da federal para a cidade representa a democratização das oportunidades de acesso a cursos superiores de formação profissional, formação de quadros vocacionados ao atendimento das necessidades locais e formação de corpo docente capacitado nos moldes exigidos pelo Conselho Federal de Educação.
A implantação da universidade federal tem por missão promover a preservação, interpretação e recriação da cultura local, dar suporte à melhoria das condições de funcionamento do sistema de educação básica, assessorar o governo e as empresas na formação de quadros e desenvolvimento técnico e científico. Porém, o principal efeito se manifesta no fim do êxodo de jovens para os centros de ensino.
A educação é um grande setor econômico, além de desenvolver futuramente a implantação de novos empreendimentos. Chapecó já conta com 24 unidades de ensino superior, o que comprova a grandiosidade do setor.

Implantação Curso Medicina

Implantação Curso Medicina

ACIC fortalece movimento pela implantação do curso de Medicina em Chapecó
06/06/2012

Implantar o primeiro curso público de Medicina no oeste do Estado não é somente uma necessidade para reduzir a defasagem de profissionais nos hospitais e postos de saúde dos municípios, mas é priorizar a qualidade de vida e no desenvolvimento econômico e social de uma região que se encontra desamparada neste cenário. Essa é a avaliação da Associação Comercial e Industrial de Chapecó (ACIC) ao aderir ao movimento pela implantação do curso de Medicina na Universidade Federal da Fronteira (UFFS).
A entidade tomou conhecimento, nesta semana, das ações em defesa de novas faculdades de Medicina junto ao Governo Federal, que neste mês deverá divulgar os Estados que serão contemplados com novos cursos de medicina. “O objetivo é garantir que Chapecó esteja entre eles”, alerta o presidente da ACIC Maurício Zolet.
Para isso, entidades e parlamentares catarinenses estão unidos. Nesta semana, o número de participantes na audiência da Assembleia Legislativa do Estado de Santa Catarina em Chapecó para discutir o assunto, sob a coordenação da deputada Luciane Carminatti, foi um exemplo de que a comunidade chapecoense está unida em prol desta conquista, deixando de lado questões partidárias e interesses secundários, de acordo com Zolet.
Representando a classe empresarial chapecoense, a ACIC participará ativamente de todas as ações e cobrará de todas as esferas, seja municipal, estadual e nacional, atitudes que agilizem o processo e garantam o investimento para Chapecó. “Este momento não nos permite tranquilidade. Se queremos esta grande obra, temos que provar que merecemos, unindo todas as forças econômicas e políticas em busca desta conquista”, complementa.
Nesta semana, o presidente da ACIC também acompanhou a visita às obras da sede da UFFS, em Chapecó, que deverá receber os primeiros alunos no início de 2013. Zolet assinalou a importância do projeto para o crescimento da região e, principalmente, para melhorar a qualidade de vida da população do oeste catarinense, através do ensino, pesquisa e extensão.
Enfatizou os dados apontados na audiência de que Santa Catarina é o único Estado que conta com apenas um curso de Medicina público, oferecendo anualmente cerca de 100 vagas para ingresso à graduação, enquanto que no Rio Grande do Sul são aproximadamente 600 e no Paraná 300 vagas.
“Ter um curso público de Medicina na região significa novos profissionais atuando para cuidar da saúde do cidadão, novos laboratórios, maior estrutura para atendimento médico, novas pesquisas na área da saúde e mais qualidade de vida para a população”, finaliza Zolet.

Projetos e Metas UFFS

Projetos e Metas UFFS

Referência em educação pública e processo seletivo justo
ACIC conhece projetos e metas da UFFS para o desenvolvimento científico e tecnológico do Oeste

30/10/2012

Tornar a região oeste um polo estadual em educação pública de qualidade. Com este pensamento, o Conselho Deliberativo da Associação Comercial e Industrial de Chapecó (ACIC) recebeu a reitoria da Universidade Federal da Fronteira Sul (UFFS), nesta semana, para apresentação de balanço, metas e projetos da instituição. Dentre os assuntos expostos, o projeto de construção dos cinco campi da universidade foi apresentado pelo reitor da UFFS Jaime Giolo.
O reitor destacou o impacto econômico na região com a implantação da instituição. A universidade, cuja abrangência compreende o sudoeste do Paraná, oeste de Santa Catarina e noroeste do Rio Grande do Sul, possui um quadro administrativo de 510 servidores e uma folha de pagamento de cerca de R$ 5 milhões. Enfatizou também o impacto educacional, revelando o índice de 95,2% dos universitários vindos de escolas públicas e o nível educacional dos professores – 46,1% são doutores e 53,9% mestres.
São oferecidos atualmente nos cinco campi - Chapecó (SC) - sede da instituição -, Realeza e Laranjeiras do Sul (PR), Cerro Largo e Erechim (RS) - 37 cursos de graduação, 10 especializações e 1 mestrado. Além do anúncio do curso de medicina para 2013, Giolo destacou que este ano dois novos programas de mestrado foram encaminhados para avaliação da Capes (órgão responsável pela elaboração do Plano Nacional de Pós-Graduação Stricto Sensu), na área de educação e ciência da computação. Para 2013 estão previstos cinco novos programas de mestrado, nas áreas de saúde animal, agroecologia, história, engenharia ambiental e ciência de alimentos, além do curso de um novo curso de graduação, Matemática. “Estamos falando de uma estrutura científica ímpar na área de fronteiras”, destacou.
Também foram apresentados os projetos, concluídos, de construção da estrutura física dos cinco campi. Em Chapecó, atualmente as atividades da UFFS estão sendo desenvolvidas em seis imóveis diferentes. O projeto do novo campi terá dois blocos, com cinco mil metros quadrados de área construída cada, e abrigarão cerca de 80 módulos, que poderão ser transformados em salas ou dependências administrativas. Haverá também laboratórios, biblioteca com 7,7 mil metros quadrados e um restaurante universitário com dois mil metros quadrados, no qual servirá alimentos produzidos na agricultura familiar. A previsão é de que todas as atividades da universidade estejam funcionando plenamente no final de 2013.
“Com uma verba de R$ 70 milhões vamos construir uma universidade robusta, que atenda as necessidades do corpo acadêmico”, enfatizou o reitor.
O projeto do campi Chapecó prevê também uma sede da reitoria, centro de convivência com auditório para 1 mil pessoas, entre outras dependências. Ao final, a unidade terá cerca de 50 mil metros quadrados de área construída, em um terreno de 91,6 hectares, doado por empresários de Chapecó.
O presidente do Conselho Deliberativo da ACIC Orivaldo Chiamolera e o presidente da entidade Maurício Zolet ressaltaram a importância da UFFS para o desenvolvimento da região e a disposição da ACIC em colaborar com o processo de melhoria contínua da instituição. “Chapecó já é polo de referência na área educacional. Agora podemos desfrutar de educação pública e de qualidade, encurtando as distâncias e impulsionando o desenvolvimento do oeste catarinense”, enfatizaram.

PROCESSO SELETIVO DIFERENCIADO
Durante a reunião, a reitoria da UFFS anunciou que está trabalhando em uma nova forma de processo seletivo, com base no sistema de cotas do Governo Federal. “Será um sistema de seleção baseado na ideia de justiça, já que detectamos que 86% dos estudantes de ensino médio vêm de escola pública na região de influência da UFFS. Este formato vai nos colocar como universidade referência também no que se refere ao processo seletivo”, conclui Giolo.

Audiência

Audiência

(Nota)

Audiência sobre a UFFS

O presidente da Associação Comercial e Industrial de Chapecó (ACIC), Maurício Zolet, está convocando as lideranças empresariais para prestigiarem a audiência pública da Comissão de Educação, Cultura e Desporto da Assembleia Legislativa programada para as 19 horas de segunda-feira (4 de junho), no Clube Industrial.

A pauta do evento está totalmente relacionada à Universidade Federal da Fronteira Sul (UFFS): investimentos, política de permanência dos estudantes e criação do curso de Medicina no campus de Chapecó.

Zolet lembra que a UFFS criará o Centro de Ciências da Saúde em 2012 do qual faz parte a Medicina, mas se a comunidade chapecoense não se articular o curso irá para os outros campi.

A audiência pública será presidida pela deputada Luciane Carminatti

Oeste Perde Curso Medicina

Oeste Perde Curso Medicina

OESTE PERDEU
Entidades lamentam derrota de Chapecó na luta pela implantação do curso de Medicina
06/06/2012

O pedido de apoio chegou tarde, o grande oeste perderá em desenvolvimento e em qualidade de vida. É dessa maneira que as entidades de Chapecó lamentam a ida do curso de Medicina da Universidade Federal da Fronteira Sul (UFFS) para Passo Fundo, no Estado gaúcho.
De acordo com a Câmara de Dirigentes Lojistas de Chapecó (CDL), o Sindicato do Mercado Imobiliário (Secovi/Oeste), o Sindicato da Indústria da Construção Civil (Sinduscon), o Sindicato dos Contabilistas de Chapecó (Sindicont) e a Associação dos Municípios do Oeste da Santa Catarina (Amosc), esta quinta-feira, 6 de junho, marca um dia de derrota para o grande oeste catarinense.
Dada a importância do projeto para a região, as entidades não se conformam por terem sido convidadas a participar dos debates e aderir ao movimento pela implantação do curso somente após o Ministério da Educação praticamente ter definido as cidades que seriam contempladas neste ano.
Os dirigentes avaliam que a direção da UFFS poderia ter convocado as lideranças para analisar o processo e somar forças para buscar junto ao Governo Federal a instalação do curso em Chapecó, assim como foi todo o processo de implantação da Universidade Federal. A instituição não deu tempo para que parlamentares, entidades e a comunidade regional defendessem esta bandeira e ainda apoiaram a instalação da faculdade no município gaúcho.
As lideranças chapecoenses pontuam que ter um curso público de Medicina no oeste do Estado significaria contar com novos profissionais atuando para cuidar da saúde do cidadão, novos laboratórios, maior estrutura para atendimento médico, novas pesquisas na área, mas principalmente mais qualidade de vida para a população, através do ensino, pesquisa e extensão.
Santa Catarina continuará com apenas um curso de Medicina gratuito, enquanto o Rio Grande do Sul já conta com cinco graduações públicas na área, oferecendo cerca de 600 vagas anualmente aos estudantes do Estado.
As entidades entendem que, além dos investimentos para a construção de laboratórios, salas de aula, Hospital Universitário, entre outros, a vinda de especialistas e doutores para atuar no curso fariam toda a diferença para quem depende de saúde pública. E finalizam: Chapecó perde a oportunidade de transformar-se no polo de saúde pública que a região tanto precisa. Mesmo assim, as entidades não desistirão de buscar um curso de Medicina gratuito para o oeste catarinense.

Carta Presidenta

Carta Presidenta

CHAPECÓ, 21 de junho de 2012.

Excelentíssima Senhora
Doutora DILMA VANA ROUSSEFF
Presidente da República Federativa do Brasil
Brasília (DF)


Excelentíssima Senhora Presidente:

A Associação Comercial e Industrial de Chapecó (ACIC), interpretando genuíno anseio das classes produtoras deste município-polo do grande oeste de Santa Catarina, vem, com a devida vênia, a Vossa Excelência solicitar a instalação do futuro Centro de Saúde da Universidade Federal da Fronteira Sul (UFFS) – com a consequente criação do curso de Medicina – no campus de Chapecó.
Essa região reivindicou por mais de 50 anos a instalação de uma instituição federal de educação superior, conquistada durante o segundo governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
A implantação dessa universidade modelo multicampi representou a possibilidade de erguermos uma vanguarda de produção científica e tecnológica voltada a várias áreas, entre elas, a educação, a saúde e a produção, bem a formação profissional de ponta. Através dela buscamos a formação da mão de obra indispensável ao desenvolvimento da região, tendo por base o método científico.
Por sediar a Reitoria e estar em curso um vigoroso programa de investimentos na construção do campus de Chapecó, a comunidade local alimentou a pretensão de também sediar o Centro de Saúde, tendo a Medicina como curso inaugural.
Por isso, causou profundo e negativo impacto a decisão do MEC em destinar o curso de Medicina para Passo Fundo (RS), preterindo-se Chapecó.
Essa decisão foi tomada sem consulta aos colegiados internos da Universidade e sem qualquer comunicação à comunidade regional envolvente, às entidades da sociedade civil e aos poderes públicos constituídos. O assunto foi tratado exclusivamente com a sociedade passo-fundense.
Independentemente dessa imperfeição decisória, Chapecó renova e fortalece sua posição reivindicatória pela criação dos cursos da área de saúde. Corroboram essa posição os seguintes fatores:
- Chapecó detém algumas das maiores agroindústrias do país e tornou-se o maior centro mundial em produção de proteína animal, com crescente demanda de serviços na área de saúde em face da grande massa de trabalhadores empregada.
- Transformou-se em paradigma de importantes centros de pesquisa científica nas áreas ligadas ao complexo agrícola e bromatológico.
- É o maior centro de formação da parte ocidental do Estado, contemplando desde a qualificação profissionalizante de níveis fundamental e médio até a graduação para todas as carreiras universitárias.
- Exibe o mais moderno centro comercial do Oeste e o mais completo centro de serviços especializados nas áreas de educação, informática e eletroeletrônica, tendo a saúde como área de carências a serem supridas.
- Dispõe de hospital regional de grande porte e hospital do sistema Unimed, ambos tecnologicamente atualizados para procedimentos de média e alta complexidade.
- Possui aeroporto regional capacitado para operações diárias de aeronaves de médio e grande porte que colocam o município nos circuitos nacional e internacional do transporte aéreo.
- Conta com a melhor estrutura para práticas desportivas que inclui o Estádio Regional Índio Condá e uma rede de ginásios e quadras de esportes.
- Dispõe de uma completa rede hoteleira e infraestrutura de telecomunicações. Situa-se no epicentro da grande malha rodoviária do Sul.

Essas condições, por um lado, revelam nossas potencialidades e, por outro, expressam a necessidade de maior aporte de recursos humanos: é que Chapecó tornou-se polo de atração da migração regional, atraindo populações egressas de pelo menos 300 municípios do sul do Brasil, impactando a demanda por serviços de saúde.
Rogamos que Vossa Excelência determine ao Ministério da Educação as providencias necessárias à criação do Centro de Ciências da Saúde no campus da UFFS em Chapecó, iniciando-se, para isso, os processos regulares nas esferas ministerial e universitário.
A conquista desse ideal permitirá harmonizar o desenvolvimento do grande oeste barriga-verde, assegurando a formação de profissionais da medicina para atuar nas centenas de municípios catarinenses, sul-rio-grandenses e paranaenses localizados na região polarizada por Chapecó.
Certos de sua compreensão e apoio, renovamos nossa profunda confiança em seu espírito de justiça.
Respeitosamente,

MAURÍCIO ZOLET/PRESIDENTE

Nota Curso Medicina

Nota Curso Medicina

O presidente da Associação Comercial e Industrial de Chapecó (ACIC), Maurício Zolet, está convocando as lideranças empresariais para prestigiarem a audiência pública da Comissão de Educação, Cultura e Desporto da Assembléia Legislativa programada para as 19 horas de segunda-feira (4 de junho), no Clube Industrial.
A pauta do evento está totalmente relacionada à Universidade Federal da Fronteira Sul (UFFS): investimentos, política de permanência dos estudantes e criação do curso de Medicina no campus de Chapecó.
Zolet lembra que a UFFS criará o Centro de Ciências da Saúde em 2012 do qual faz parte a Medicina, mas, se a comunidade chapecoense não se articular, o curso irá para os outros campi.
A audiência pública será presidida pela deputada Luciane Carminatti.

Nota Curso Medicina 2

Nota Curso Medicina 2

Nota – Curso de Medicina em Chapecó

A Associação Comercial e Industrial de Chapecó (ACIC) participa do movimento pela implantação do curso público de Medicina no município. O presidente Maurício Zolet representa a entidade na Comissão criada no dia 4 de junho, durante audiência pública da Comissão de Educação, Cultura e Desporto da Assembleia Legislativa.
De acordo com Zolet, a entidade não desistiu de lutar para que Chapecó também conquiste a instalação da graduação na região. Complementa que o principal foco das entidades e parlamentares deve ser as ações para que o município seja contemplado com recursos do Governo Federal.
A Comissão aguarda agenda com os Ministérios em Brasília para debater a situação da região oeste. A expectativa é de que na semana que vem os representantes sejam recebidos na Capital federal.
Para isso, a entidade trabalha no levantamento de dados para comprovar que Chapecó tem condições de receber a graduação. “Tem condições e, principalmente, necessita de um curso gratuito para que a população possa contar com um número maior de profissionais atuando nos postos de saúde e hospitais da região”, afirma.
Zolet acrescenta ainda que a UFFS foi criada para atender as necessidades de uma região desassistida pelos investimentos em saúde e educação. Lembra também que a Universidade foi a segunda instituição pública federal no Estado, após 50 anos de criação da UFSC. “O Governo Federal tem verba para investir. Só precisamos mobilizar a sociedade e buscar os investimentos. É uma conquista que depende de todos aqueles que defendem o oeste catarinense”, conclui.

Acic Visita Canteiro de Obras UFFS

Acic Visita Canteiro de Obras UFFS

Diretoria da ACIC visita canteiro de obras da UFFS
14/06/2012

A direção da Associação Comercial e Industrial de Chapecó (ACIC) esteve, nesta semana, no campus sede da Universidade Federal da Fronteira Sul (UFFS). O motivo da visita foi conhecer as futuras instalações da instituição, que deve atender os primeiros estudantes a partir de 2013.
A comitiva, liderada pelo presidente Maurício Zolet, foi recebida pelo reitor da instituição professor Jaime Giolo e pelo secretário especial de obras, engenheiro civil Paulo Roberto Pinto da Luz.
De acordo com o dirigente empresarial, a intenção é buscar maior aproximação com a UFFS devido à importância do projeto para o oeste catarinense. “Como entidade representativa de diversos segmentos, nos colocamos à disposição da reitoria para juntos debatermos questões que envolvem a concretização da Universidade, por estarem diretamente ligadas ao desenvolvimento da região”, afirmou Zolet.
A UFFS foi criada em 2009. Com sede em Chapecó, possui campi nos municípios de Cerro Largo e Erechim no Rio Grande do Sul e em Realeza e Laranjeiras do Sul no Paraná. Hoje, conta com 11 graduações distribuídos nos três Estados, especialização e mestrado, mas gestiona a implantação de novos cursos em um período breve.
Anualmente, a instituição recebe 2.160 novos acadêmicos na graduação. Em Chapecó, para atender os estudantes, a UFFS locou dois espaços enquanto a sede própria não está concluída: um no antigo Colégio Bom Pastor, centro, e outro no antigo Seminário, próximo ao Instituto Federal (IF-SC).
A nova estrutura, localizada na saída para Guatambu, prevê a construção de dois prédios para salas de aula (Bloco A e B), bloco de laboratórios didáticos (4 pavilhões), restaurante universitário, biblioteca, setor de Tecnologia da Informação, bloco Sala dos professores e galpão de manutenção e serviços. O projeto agrega também a infraestrutura básica, com terraplanagem, arruamento, sistema de água potável, de coleta e tratamento de esgoto, de energia e telecomunicações e drenagem pluvial.
O acesso ao campus foi um dos pontos comentados durante o encontro. O reitor da UFFS pediu apoio da ACIC na busca de recursos junto ao Governo do Estado para viabilizar a duplicação da Rodovia Chapecó-Guatambu e evitar problemas com o tráfego de veículos após o início das atividades.
Zolet manifestou apoio e acrescentou que a entidade já esteve reunida com a Prefeitura Municipal para solicitar agilidade da via de entrada e do novo acesso ao campus e agora somará forças para buscar a contrapartida do Estado. “A ACIC não medirá esforços para defender ações de interesse da comunidade regional. Essa bandeira merece o empenho de todos, seja das esferas públicas ou privadas, para que num futuro breve possamos contar com mais profissionais formados atuando na região, além dos inúmeros benefícios proporcionados com os projetos de pesquisa e extensão universitária”.
Outra questão pontuada pela entidade é que Chapecó continuará defendendo a implantação do curso de Medicina no município. “Essa é uma conquista que toda a população espera e merece”, complementou Zolet.
O vice-presidente da ACIC Flávio Pasquali enfatizou a complexidade das obras. “É um projeto surpreendente para Chapecó. Hoje, os reflexos na região ainda não são muito perceptíveis, mas com certeza causarão grandes impactos para o desenvolvimento social e econômico do oeste”, disse.
A visita teve também a participação do presidente da Câmara de Dirigentes Lojistas de Chapecó (CDL) Gilberto Badalotti, do diretor executivo da CDL Valdemir Manuel da Silva e do diretor executivo do Sindicato do Comércio da Região de Chapecó (Sicom) Eduardo Perone.

Conselho Deliberativo Unochapecó

Conselho Deliberativo Unochapecó

Reitor da Unochapecó fala no Conselho Deliberativo da ACIC
01/10/2013

O Conselho Deliberativo da Associação Comercial e Industrial de Chapecó (ACIC) esteve reunido, nesta semana, sob a coordenação do vice-presidente Gelson Dalla Costa. Na pauta, palestra do reitor da Universidade Comunitária da Região de Chapecó (Unochapecó), professor Odilon Luiz Poli. Acompanharam a reunião os presidentes da Diretoria Executiva (Maurício Zolet) e do Conselho Consultivo (Cláudio De Marco).
O reitor lamentou que, entre 128 nações pesquisadas pela Unesco, o Brasil figura em 88o lugar no quesito qualidade educacional. A agência Economist, por outro lado, avaliou que no ranking de 40 países, o Brasil ficou em 38a posição, ou seja, o “segundo pior” nessa avaliação internacional. Observou que, no ritmo atual, daqui a 50 anos o Brasil terá a educação que necessita hoje.
O educador prelecionou a respeito das modernas tendências da educação no mundo, em face da revolução de conceitos e de comportamento decorrentes do impacto das novas tecnologias na sociedade. Discorreu a respeito da “Educação 3.0”, caracterizada pelo emprego de todos os recursos de comunicação digital e na mudança radical do ambiente escolar com a chamada “sala de aula invertida”. O acadêmico irá estudar em casa, de acordo com suas preferências e potencialidades, e exercitar na escola.
O professor Odilon Poli expôs que, inspirado nessas tendências, iniciou-se um processo de mudanças e transformações na Universidade. Uma das principais mudanças é a reorganização dos currículos dos mais de 40 cursos superiores e sua estruturação sobre os grandes eixos de cada profissão. A orientação é reduzir o número de disciplinas e aumentar o foco nas disciplinas centrais. Outra inovação é o alongamento do semestre que passa de 18 para 20 semanas.
Observou que essas mudanças estão sintonizadas com as Diretrizes Curriculares Nacionais (DCNs), normas obrigatórias para a educação que orientam o planejamento curricular das escolas e dos sistemas de ensino e são fixadas pelo Conselho Nacional de Educação (CNE).
Outro tema da reunião do Conselho Deliberativo foi a recente aprovação dos projetos de leis complementares 181, 182 e 183 que alteraram a cobrança de tributos municipais. Além disso, os presidentes da Diretoria Executiva e do Conselho Consultivo da ACIC apresentaram um balanço das ações desenvolvidas pela entidade.

Nota

Nota

Chapecó, 18 de abril de 2013.

Ao
Jornalista BRUNO PACE DORI
Jornal Diário do Iguaçu
Nesta


Caro jornalista:

Em atenção a nota “Vignatti prepara terreno... e responde Caramori”, publicada em sua prestigiada coluna RONDA POLÍTICA desta quarta-feira (17/04/2013), devo, por dever profissional e lealdade histórica, prestar o seguinte esclarecimento.

Desde as primeiras tratativas para a instalação da Universidade Federal da Fronteira Sul (UFFS) em Chapecó, em 2009, o então vice-prefeito José Cláudio Caramori acompanhou e coordenou as ações de apoio da Administração Municipal a nova instituição de educação superior.

Naquele ano, o prefeito João Rodrigues editou o Decreto nº. 20.724, de 06 de maio de 2009, constituindo e nomeando os membros da comissão municipal para acompanhamento da instalação da UFFS.A comissão era formada por Vincenzo Mastrogiácomo (representante da ACIC), Elias Valmir Baldissera (representante do Centro Empresarial de Chapecó), Ricardo Antonio Cavalli (representante da OAB), Luiz Fernando Granzotto (representante dos profissionais liberais), Lirio Sanagiotto (representante do Sinduscon) e Orley Ademar Ikert (representante dos clubes de serviço).

O vice-prefeito Caramori, em razão das atribuições imanentes ao cargo e da prioridade que o governo municipal conferiu ao assunto, teve participação ativa na negociação e no cumprimento das exigências estabelecidas pela UFSS para viabilização do campus de Chapecó. Não há nenhum aspecto desse episódio que não tivesse o conhecimento, o acompanhamento e o esforço pessoal e institucional desse gestor público.

Certo de sua habitual atenção, antecipo agradecimentos.


VINCENZO FRANCESCO MASTROGIACOMO
Coordenador da Comissão de Instalação da UFFS