Aeroporto

Aeroporto

A existência de um aeroporto é um dos fatores que sustentam a liderança regional exercida por Chapecó sobre a vasta área do oeste catarinense, sudoeste do Paraná e Noroeste do Rio Grande do Sul. A operação comercial regular de importantes companhias aéreas, o emprego de aeronaves de grande porte e as opções de destinos fazem deste um dos aeródromos mais movimentados do interior do país.

Melhorias

Melhorias

GDP 371/12
Chapecó, SC, 03 de maio de 2012.

Excelentíssimo Senhor
MARCOS VIERA
Presidente da Comissão Coordenadora do Orçamento Estadual Regionalizado e da Comissão de Finanças e Tributação da Assembleia Legislativa do Estado de Santa Catarina


Senhor Deputado:


A Associação Comercial e Industrial de Chapecó – ACIC, fundada em 10 de maio de 1947, consolidou-se como uma das maiores entidades empresariais de Santa Catarina, com participação efetiva nas principais conquistas infraestruturais da região Oeste.

Essa jornada de 65 anos foi pautada pela defesa dos interesses da comunidade e pela constante avaliação, análise, acompanhamento e reivindicação em prol da população chapecoense e oestina. Em todos os momentos a ACIC teve o solidário e integral apoio dos representantes legitimamente eleitos pela sociedade e, através dessa integração, pretendemos continuar contribuindo em favor das classes empresariais e da comunidade.

Inspirada nesses compromissos, encaminhamos os pleitos de Chapecó e do oeste catarinense para que sejam analisados e incluídos na Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) e na Lei Orçamentária Anual (LOA) durante audiência pública convocada para este dia 03/05/12, em Chapecó, sendo elas:

• Construção do novo terminal de passageiros do Aeroporto Serafim Enoss Bertaso, pátio de manobras e estacionamento de aeronaves, pista de taxi e acessos;
• Construção de um novo parque de exposições e eventos, o Chapecó Multiparque, em substituição ao atual parque de exposições Tancredo de Almeida Neves (Efapi), que não suporta e comporta eventos e feiras setoriais de grande porte;
• Instalação do Condomínio Tecnológico da Região Oeste – DEATEC – para fomentar a criação e a expansão de empresas de base tecnológica;
• Construção da Ferrovia Leste-Oeste (ferrovia do Frango ou ferrovia da integração) ligando a região de Chapecó ao Porto de Itajaí para escoamento da produção agroindustrial catarinense, incrementando ainda mais a competitividade do Estado no cenário mundial;

Não indicamos os valores por falta de elementos de cálculo, mas sugerimos incluir recursos para pesquisa, projetos e fase inicial das respectivas obras.
Certos de sua peculiar atenção, aproveitamos a oportunidade para renovar nossos protestos de elevada estima e consideração.

Respeitosamente,



FLAVIO PASQUALI
Presidente em exercício da ACIC

Visita Senadora Santa Catarina

Visita Senadora Santa Catarina

Senadora Ideli Salvatti discute na Acic melhorias para o aeroporto de Chapecó
12/03/2010

A diretoria executiva da Associação Comercial e Industrial de Chapecó (ACIC) recebeu, nesta semana, a visita da senadora Ideli Salvatti, que esteve acompanhada do deputado federal Cláudio Vignatti, dos deputados estaduais Pedro Uczai e Dirceu Dresch, além da vereadora Luciane Carminatti. O tema da conversa foi o aeroporto de Chapecó: providências imediatas para evitar a interdição pela ANAC e projetos para o futuro.
O presidente da ACIC, João Carlos Stakonski, o vice-presidente Maurício Zolet, além dos diretores José Tessari e Vincenzo Mastrogiacomo, debateram com as autoridades sobre o relatório de vistoria realizada pela Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) que aponta para irregularidades que podem comprometer as operações do aeroporto de Chapecó, causando prejuízos incalculáveis para a economia regional.
Pelo relatório são três providências imediatas: ampliar número de bombeiros com capacitação específicas para atendimento em aeroportos; ampliação do pátio de manobras e estacionamento de aeronaves; e o total cercamento do sítio aeroportuário. “Melhorias que são de responsabilidade do governo estadual e, também, da Prefeitura Municipal de Chapecó, já que a administração do aeroporto é municipalizada”, ressaltou a senadora.
As lideranças empresariais da ACIC enfatizaram que a continuidade do desenvolvimento do oeste catarinense depende da operacionalização do aeroporto e que a entidades sempre esteve vigilante quanto as condições, inclusive cobrando das autoridades os investimentos necessários.
“Não há nem como cogitar a possibilidade do nosso aeroporto ser interditado. Isso abalaria a economia como um todo e sabemos que a reversão dessa medida seria complicada também. Então, nosso apelo é para que no menor espaço de tempo possível as exigências da ANAC sejam cumpridas”, insistiu Stakonski.

Situação do Aeroporto

Situação do Aeroporto

O Núcleo das Agências de Viagens da Associação Comercial e Industrial de Chapecó (Acic) esteve reunido, nesta sexta-feira (12/02), com representantes das companhias aéreas, para tratar da problemática relacionada ao Aeroporto Municipal Serafim Enoss Bertaso, de Chapecó, cuja operacionalização está correndo risco de ser interditada, causando prejuízo incalculável para o grande Oeste catarinense.
A Superintendência de Regulação Econômica e Acompanhamento de Mercado da ANAC emitiu uma circular notificando as empresas aéreas que operam em Chapecó restringindo a comercialização de bilhetes à uma antecedência superior há 15 dias. “Esse documento expressa a iminência de uma possível suspensão das atividades do aeroporto devido às inconformidades encontradas pela ANAC em recente vistoria”, ressalta o coordenador do Núcleo, Jonas Moschetta.
As estatísticas de embarques e desembarques comprovam o vigoroso crescimento do transporte aéreo de passageiros e também de cargas de toda a macrorregião que utiliza o aeroporto de Chapecó. “O nosso aeroporto transformou-se em uma das principais ferramentas de negócios da classe empresarial e a economia dessa região pode sofrer um grande abalo se as operações forem suspensas”, confirma o Moschetta.

Pesquisa Novos Voos

Pesquisa Novos Voos

Pesquisa quer conhecer a necessidade de novos voos para Chapecó
17/12/2010

A Associação Comercial e Industrial de (ACIC) realiza entre os associados e a comunidade regional uma pesquisa com o objetivo de conhecer a necessidade real de novas linhas aéreas para o aeroporto municipal de Chapecó. As informações servirão para a ACIC, juntamente com outras entidades representativas, buscar alternativas para melhoria contínua do transporte aéreo de Chapecó. A pesquisa será operacionalizada pelo Instituto de Inteligência e Consultoria Organizacional (Inteleco).
Espera-se obter entre 1.500 e 2.000 questionários respondidos, na área que abrange as regiões como Extremo Oeste, Meio Oeste, Norte, Oeste, Planalto Serrano, Vale do Itajaí do Estado de Santa Catarina, além do Sudoeste, Centro Norte e Noroeste do Paraná e Noroeste do Rio Grande do Sul.
O questionário está disponibilizado no próprio aeroporto de Chapecó, através de parcerias com associações comerciais e através de link no site da ACIC. O período da pesquisa será de 16 de dezembro de 2010 a 31 de janeiro de 2011.
“Chapecó e região vêm registrando um crescimento notável nos últimos anos e com esse desenvolvimento surgiu a necessidades de novas empresas e mais opções de vôos e horários. Por isso, as pessoas que se utilizam do meio de transporte aéreo para lazer, educação, família, turismo, saúde, entretenimento e negócios devem ser consultadas”, justifica o presidente da ACIC, João Carlos Stakonski.
Também serão identificados os principais destinos, o motivo do deslocamento para outras cidades, cidade de origem, quantas vezes em média usa os serviços ao ano, os destinos que gostaria que o aeroporto de Chapecó oferecesse, horários de voos adequados para saída e chegada, quanto estaria disposto a pagar pela tarifa, qual seria a preferência de voos, preferência por aeronave e quais companhias aéreas gostaria que operassem em Chapecó.
O Aeroporto fica a 10 quilômetros do centro de Chapecó, tem operação noturna e procedimentos para pouso por instrumentos, constituído por auxílios rádio VOR/DME e NDB. Tem ainda um PAPI, que ajuda no procedimento de aproximação e uma seção contra incêndio sendo ativada. A pista possui 2.060 metros utilizáveis e comporta aeronaves como o Boeing 737 - 800. Ainda no aeroporto existem hangares da aviação executiva, táxi aéreo e o Aeroclube de Chapecó, com uma escola destinada à formação de pilotos com cursos de Piloto Privado, Piloto Comercial, IFR e Planador.
Também há lanchonete, táxis, sala de embarque e desembarque, balcões para aluguéis de carros e compra de passagens aéreas, estacionamento gratuito com segurança 24 horas. Atualmente operam em Chapecó três empresas: Avianca, Gol e NHT, com linhas Congonhas, Curitiba, Florianópolis, Guarulhos, e Porto Alegre.
Informações pelo telefone 3323-4100 ou pelo site www.acichapeco.com.br .

Ações

Ações


• Aeroporto Pauta constante de todas as gestões da Entidade;

• Acic participa desde 2007 da Comissão Segurança do Aeroporto de Chapecó;

• Vem batalhando constantemente busca de melhorias do Aeroporto;

• Recapeamento e aumento da capacidade da pista para aeronaves de médio porte foi conquista da ACIC em 2002 após a Mercoagro 2002 onde a Rio Sul suspendeu as operações com aeronaves ate 50 lugares – obrigando recapeamento para suportar aeronaves acima de 100 passageiros – risco de perda da feira por falta de vôos e opções de linhas aéreas – dez/2002 inicio operações Boeing 737-300 da Varig;

• Novas aeronaves e novas empresas aéreas, novas opções, novos destinos e tarifas mais baixas – novos passageiros, aumento fluxo de passageiros aeroporto de Chapecó – passando de menos 2 mil passageiros em 2002 para mais de 15 mil 2010.

• Inúmeros ofícios e contatos foram realizados pela entidade sobre questões de interesse do Aeroporto de Chapecó;

• Apontamentos, orientações e sugestões foram repassadas ao poder publico municipal responsável pela gestão do aeroporto;

• Audiências em Chapecó e Brasília com parlamentares e presidência da Infraero tentativa de transferência para o Governo Federal o Aeroporto de Chapecó em virtude do grande crescimento e do elevado investimento em infraestrutura para suportar a forte demanda – sem sucesso;

• Final de 2009, ACIC entrou em contato com o 5º Comar em Canoas preocupada com os recursos destinados via Ministério da Defesa 994/MD de 10/07/09 recursos para ampliação da faixa preparada e adequação pista de pouso e decolagem e construção de cerca patrimonial, contato com a PMC, SDR e Deinfra sobre situação dos recursos para Aeroporto de Chapecó.

• Busca de novas cias. Aéreas e ampliação das linhas aéreas no aeroporto de Chapecó pela ACIC.

• Ampliação dos vôos da GOL e vinda da TRIP suspensas ate que as melhorias sejam efetivadas no aeroporto de Chapecó;

• Hoje o aeroporto de Chapecó é uma Ferramenta geradora de negócios e divisas para o município – facilitador e atrativo para empresas se instalarem ou gerarem negócios na região;

• Precisamos de atenção da classe política na altura do tamanho do aeroporto de Chapecó pela sua importância e impacto na economia regional.Precisamos de soluções definitivas e investimentos pesados. 

Secretário Prioriza Aeroporto Chapecó

Secretário Prioriza Aeroporto Chapecó

Secretário Cobalchini anuncia, na ACIC, prioridade para aeroporto de Chapecó





O secretário de Estado da infraestrutura de Santa Catarina, Valdir Vital Cobalchini, esteve reunido nesta semana, com o Conselho Deliberativo da Associação Comercial e Industrial de Chapecó (ACIC), no auditório da entidade, onde apresentou os planos de investimentos da secretaria de infraestrutura para a região oeste de Santa Catarina. A reunião foi conduzida pelo presidente do Conselho Deliberativo, empresário Cláudio De Marco e contou com a presença do presidente da diretoria executiva da ACIC, João Carlos Stakonski.

Cobalchini anunciou aos conselheiros que os investimentos do governo serão voltados para rodovias, com a revitalização de 2 mil quilômetros nos próximos quatro anos e, nos aeroportos. Para Chapecó, o secretário informou que o investimento deve chegar a 50 milhões de reais no aeroporto Serafim Enoss Bertaso. “Vamos buscar parcerias, principalmente com o governo federal, para transformar o aeroporto de Chapecó. Sabemos que é uma obra cara e demorada mas queremos dar o pontapé inicial o mais breve possível”, prometeu.

Sobre as rodovias, Cobalchini apresentou um levantamento da Polícia Rodoviária Estadual e do Departamento de Infraestrutura, realizado de 2002 a 2010,que mostra que 70% dos acidentes com vítimas fatais estão localizados em 127 pontos críticos das rodovias catarinenses. “Vamos atacar imediatamente esses locais para melhorar as condições trafegabilidade e reduzir os acidentes e as mortes”.

Stakonski aproveitou a presença do secretário para reforçar as reivindicações da ACIC. “Em relação à infraestrutura a ACIC vem solicitando atenção das autoridades para três questões fundamentais: o aeroporto, as rodovias e as ferrovias. Também é necessário acelerar as obras do acesso à BR-282”, ressaltou Stakonski.

O governo do Estado anunciou que vai investir R$ 376,6 milhões em recuperação e revitalização de rodovias em todas as regiões do Estado. Essas obras fazem do programa de Recuperação e Revitalização de Rodovias, que será lançado pela Secretaria de Infraestrutura, no mês de maio e prevê ações nos próximos quatro anos.

Investimento

Investimento

Almoço empresarial: Governador anuncia investimentos de R$ 9 milhões para o aeroporto





A conquista de recursos para manutenção, investimentos e melhorias no aeroporto municipal de Chapecó – uma das reivindicações mais esperadas pela Associação Comercial e Industrial de Chapecó (ACIC) e pelos empresários do município – foi anunciada nesta sexta-feira (5), no Clube recreativo Chapecoense, pelo governador do Estado de SC, João Raimundo Colombo, durante a palestra ‘Os compromissos e as prioridades da Administração Estadual para o Grande Oeste Catarinense’. “Firmamos acordo com a Assembleia Legislativa e assinaremos convênio no valor de R$ 9 milhões para investir no aeroporto do município”, confirmou.

O evento, que fez parte do programa Almoço Empresarial da Associação Comercial e Industrial de Chapecó (ACIC) contou com a presença de aproximadamente 400 pessoas entre empresários, autoridades e imprensa.

Durante a palestra, o governador destacou outros investimentos assinados, no período da manhã, para a região oeste, totalizando recursos da ordem de R$ 37 milhões para a para saúde, infraestrutura e saneamento.

Os investimentos envolvem a efetivação de 54 novos policiais para Chapecó; recursos de R$ 3,5 milhões para a ampliação do tratamento de água em Chapecó, lançamento do edital de licitação do projeto básico da nova capitação de água do rio Chapecozinho (Xanxerê, Xaxim, Cordilheira Alta e Chapecó), no valor de R$ 1,3 milhão, contratação do projeto básico para a implantação da rede de esgoto no bairro São Cristovão, no valor de R$ 750 mil, aquisição de Estação de tratamento de Esgoto Compacta para a comunidade de Vila Rica, também de Chapecó, no valor de R$ 650 mil.

Também foi assinado convênio para a construção de ponte no contorno Oeste, no valor de R$ 500 mil; convênio para pavimentação de diversas ruas no perímetro urbano de Chapecó, que fazem parte da Operação Tapete Preto no valor de R$ 6,5 milhões; autorização de convênio de contrapartida para implantação do contorno viário Oeste, no valor de R$ 3 milhões e o para a continuidade da construção da segunda etapa da Arena Condá, no valor de R$ 2 milhões; além de convênio para as obras de infraestrutura no acesso ao Distrito Industrial Flavio Baldissera, de R$ 3 milhões; e convênio entre o Estado e a Associação Hospitalar Lenoir Vargas Ferreira mantenedora do Hospital Regional do Oeste, com investimentos de R$ 14.249.590,68; entre outros.

“Mantivemos as obras e melhoramos a qualidade dos serviços. Precisamos fugir das prioridades falsas que comprometem o orçamento do governo”, reforçou Colombo, sobre os desafios à frente do Governo do Estado de SC. Lembrou que está em andamento a proposta da ferrovia para o Governo Federal. “Se o governo federal executar a ferrovia, vamos ajudar, mas se isso não acontecer, faremos uma Parceria Público Privada e vamos colocá-la em prática”.

Destacou ainda, que a política é a arte de liderar pessoas e, para ter credibilidade é necessário transparência. Lembrou que defende a linha humanista e, por isso, foi feito o mutirão para atender 60 mil pessoas que precisam de cirurgias eletivas.

O governador também reforçou que está aberto a críticas. “O que é fundamental no nosso trabalho é a transparência. Temos que agir corretamente e com determinação. Só assim teremos condições de defender o que praticamos”.

Para finalizar, falou sobre o extraordinário desenvolvimento do oeste. “A pujança da região nasceu e se consolidou através de personagens que desenvolveram um modelo econômico único no mundo, tornando-se referência em agronegócio. Contem sempre conosco”.

O presidente da ACIC, João Carlos Stakonski, avalia o encontro entre o governador e os empresários como essencial para formalização de parcerias que oportunizam o desenvolvimento do município e região. Além disso, é importante para aumentar o grau de compreensão mútua – do setor produtivo em relação ao governo e do principal administrador público catarinense em relação às dificuldades das classes produtoras. 

Fechamento Temporário

Fechamento Temporário

Aeroporto de Chapecó está fechado desde ontem

O aeroporto Serafin Ermesto Bertaso de Chapecó está fechado desde ontem, dia 9, em razão da nuvem de cinzas emitida pelo vulcão chileno Puyehue. Os voos do Rio Grande do Sul também estão suspensos. “Hoje às 18 horas, a Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) divulgará boletim com novas informações sobre os voos no país”, informa o secretário de Defesa do Cidadão de Chapecó, Sérgio Wallner.
O Aeroporto Municipal de Chapecó registra 600 operações de decolagens e aterrissagens e um fluxo de 17.000 passageiros por mês. Possui pista de 2.060 metros com área de escape de 560 metros que suporta aeronaves Boeing 737-800. Três empresam operam: Gol, Avianca e NHT.

Pesquisa Novos Voos 2

Pesquisa Novos Voos 2

Pesquisa quer conhecer a necessidade de novos voos para Chapecó
06/01/2011

O período da pesquisa será de 16 de dezembro de 2010 a 31 de janeiro de 2011.


A Associação Comercial e Industrial de (ACIC) realiza entre os associados e a comunidade regional uma pesquisa com o objetivo de conhecer a necessidade real de novas linhas aéreas para o aeroporto municipal de Chapecó. As informações servirão para a ACIC, juntamente com outras entidades representativas, buscar alternativas para melhoria contínua do transporte aéreo de Chapecó. A pesquisa será operacionalizada pelo Instituto de Inteligência e Consultoria Organizacional (Inteleco).
Espera-se obter entre 1.500 e 2.000 questionários respondidos, na área que abrange as regiões como Extremo Oeste, Meio Oeste, Norte, Oeste, Planalto Serrano, Vale do Itajaí do Estado de Santa Catarina, além do Sudoeste, Centro Norte e Noroeste do Paraná e Noroeste do Rio Grande do Sul.
O questionário está disponibilizado no próprio aeroporto de Chapecó, através de parcerias com associações comerciais e através de link no site da ACIC. O período da pesquisa será de 16 de dezembro de 2010 a 31 de janeiro de 2011.
“Chapecó e região vêm registrando um crescimento notável nos últimos anos e com esse desenvolvimento surgiu a necessidades de novas empresas e mais opções de vôos e horários. Por isso, as pessoas que se utilizam do meio de transporte aéreo para lazer, educação, família, turismo, saúde, entretenimento e negócios devem ser consultadas”, justifica o presidente da ACIC, João Carlos Stakonski.
Também serão identificados os principais destinos, o motivo do deslocamento para outras cidades, cidade de origem, quantas vezes em média usa os serviços ao ano, os destinos que gostaria que o aeroporto de Chapecó oferecesse, horários de voos adequados para saída e chegada, quanto estaria disposto a pagar pela tarifa, qual seria a preferência de voos, preferência por aeronave e quais companhias aéreas gostaria que operassem em Chapecó.
O Aeroporto fica a 10 quilômetros do centro de Chapecó, tem operação noturna e procedimentos para pouso por instrumentos, constituído por auxílios rádio VOR/DME e NDB. Tem ainda um PAPI, que ajuda no procedimento de aproximação e uma seção contra incêndio sendo ativada. A pista possui 2.060 metros utilizáveis e comporta aeronaves como o Boeing 737 - 800. Ainda no aeroporto existem hangares da aviação executiva, táxi aéreo e o Aeroclube de Chapecó, com uma escola destinada à formação de pilotos com cursos de Piloto Privado, Piloto Comercial, IFR e Planador.
Também há lanchonete, táxis, sala de embarque e desembarque, balcões para aluguéis de carros e compra de passagens aéreas, estacionamento gratuito com segurança 24 horas. Atualmente operam em Chapecó três empresas: Avianca, Gol e NHT, com linhas Congonhas, Curitiba, Florianópolis, Guarulhos, e Porto Alegre.
Informações pelo telefone 3323-4100 ou pelo site www.acichapeco.com.br 

Pesquisa Transporte Aéreo - Resultados

Pesquisa Transporte Aéreo - Resultados

ACIC anuncia resultados de pesquisa sobre transporte aéreo em Chapecó
23/03/2011

Serão anunciados nesta quinta-feira (24) à tarde os resultados da pesquisa encomendada pela Associação Comercial e Industrial de (ACIC) com o objetivo de conhecer as reais necessidades de novas linhas de transporte aéreo para o aeroporto municipal de Chapecó. Uma entrevista coletiva à imprensa está programada para as 15h30, no stand da ACIC no Centro de Cultura e Eventos Plínio Arlindo de Nês, onde se realiza a EXPEN, Feira de Multissoluções em gestão, serviços e tecnologia.
Os resultados da pesquisa servirão para a ACIC, juntamente com outras entidades representativas, buscar alternativas para melhoria contínua do transporte aéreo de Chapecó. A pesquisa foi aplicada de dezembro de 2010 a março de 2011 pelo Instituto de Inteligência e Consultoria Organizacional (Inteleco).
O presidente da ACIC, João Carlos Stakonski, antecipou que foram identificados os principais destinos, o motivo do deslocamento para outras cidades, cidade de origem, quantas vezes em média usa os serviços ao ano, os destinos que gostaria que o aeroporto de Chapecó oferecesse, horários de voos adequados para saída e chegada, quanto estaria disposto a pagar pela tarifa, qual seria a preferência de voos, preferência por aeronave e quais companhias aéreas gostaria que operassem em Chapecó.
O Aeroporto Serafim Enoss Bertaso, de Chapecó, fica a 10 quilômetros do centro de Chapecó, tem operação noturna e procedimentos para pouso por instrumentos, constituído por auxílios rádio VOR/DME e NDB. Tem ainda um PAPI, que ajuda no procedimento de aproximação e uma seção contra incêndio. A pista possui 2.060 metros utilizáveis e comporta aeronaves como o Boeing 737 - 800. Ainda no aeroporto existem hangares da aviação executiva, táxi aéreo e o Aeroclube de Chapecó, com uma escola destinada à formação de pilotos com cursos de Piloto Privado, Piloto Comercial, IFR e Planador.

Pesquisa Transporte Aéreo - Resultados 2

Pesquisa Transporte Aéreo - Resultados 2

Nesta quinta-feira na EXPEN
Quais os voos que Chapecó quer?
ACIC anuncia resultados de pesquisa sobre transporte aéreo em Chapecó
23/03/2011

Serão anunciados nesta quinta-feira (24) à tarde os resultados da pesquisa encomendada pela Associação Comercial e Industrial de (ACIC) com o objetivo de conhecer as reais necessidades de novas linhas de transporte aéreo para o aeroporto municipal de Chapecó. Uma entrevista coletiva à imprensa está programada para as 15h30, no stand da ACIC no Centro de Cultura e Eventos Plínio Arlindo de Nês, onde se realiza a EXPEN, Feira de Multissoluções em gestão, serviços e tecnologia.
Os resultados da pesquisa servirão para a ACIC, juntamente com outras entidades representativas, buscar alternativas para melhoria contínua do transporte aéreo de Chapecó. A pesquisa foi aplicada de dezembro de 2010 a março de 2011 pelo Instituto de Inteligência e Consultoria Organizacional (Inteleco).
O presidente da ACIC, João Carlos Stakonski, antecipou que foram identificados os principais destinos, o motivo do deslocamento para outras cidades, cidade de origem, quantas vezes em média usa os serviços ao ano, os destinos que gostaria que o aeroporto de Chapecó oferecesse, horários de voos adequados para saída e chegada, quanto estaria disposto a pagar pela tarifa, qual seria a preferência de voos, preferência por aeronave e quais companhias aéreas gostaria que operassem em Chapecó.
O Aeroporto Serafim Enoss Bertaso, de Chapecó, fica a 10 quilômetros do centro de Chapecó, tem operação noturna e procedimentos para pouso por instrumentos, constituído por auxílios rádio VOR/DME e NDB. Tem ainda um PAPI, que ajuda no procedimento de aproximação e uma seção contra incêndio. A pista possui 2.060 metros utilizáveis e comporta aeronaves como o Boeing 737 - 800. Ainda no aeroporto existem hangares da aviação executiva, táxi aéreo e o Aeroclube de Chapecó, com uma escola destinada à formação de pilotos com cursos de Piloto Privado, Piloto Comercial, IFR e Planador.

Pesquisa Transporte Aéreo - Resultados 3

Pesquisa Transporte Aéreo - Resultados 3

Usuários indicam necessidade de novas linhas aéreas em Chapecó
24/03/2011

Chapecó – polo do grande oeste de Santa Catarina – é uma das cidades mais bem servidas de transporte aéreo do sul do Brasil: tem aeroporto equipado, linhas regulares e demanda crescente. Nesse cenário, a Associação Comercial e Industrial de Chapecó (ACIC), em parceria com o Instituto de Inteligência e Consultoria Organizacional (INTELECO), aplicou pesquisa de opinião sobre a necessidade de novas linhas aéreas para Chapecó.
Os resultados foram apresentados ontem pelos diretores da ACIC, João Carlos Stakonski (presidente), Maurício Zolet (vice-presidente) e Diogo Pereira dos Santos (diretos de assuntos econômicos). O trabalho foi coordenado por Daniel Pereira dos Santos, gerente de projetos da Inteleco, que desenvolveu a pesquisa em regime de cooperação, sem custos para a ACIC.
Os quatro destinos mais solicitados foram Porto Alegre (RS), Curitiba (PR), São Paulo (SP) e Navegantes (SC). Os horários mais indicados foram, com saída de Chapecó, entre 6 e 9 horas da manhã e, de chegada, entre 18 e 21 horas e 21 às 23:59h. O preço sugerido pelos passageiros habituais foi de 100 a 300 reais.
De acordo com a pesquisa, os viajantes gostariam que atuassem em Chapecó as companhias Azul e Tam (as mais citadas), seguidas da Gol e Avianca (que já operam no município), depois Trip, WebJet, NHT (em operação), Passaredo e Sol.
O Aeroporto Municipal de Chapecó registra 600 operações de decolagens e aterrissagens e um fluxo de 17.000 passageiros por mês. Possui pista de 2.060 metros com área de escape de 560 metros que suporta aeronaves Boeing 737-800. Três empresam operam: Gol, Avianca e NHT.
O trabalho foi elaborado a partir da identificação da necessidade de novas linhas aéreas para o Aeroporto Municipal Serafim Bertaso, em face do crescimento da cidade, a partir do desenvolvimento dos segmentos-base da economia regional. O município tem alto fluxo de passagem em virtude de transações comerciais, eventos de nível internacional, universidades, entre outros.
Com essas informações, estruturou-se uma pesquisa que abrangeu público (680 usuários de transporte aéreo) que apontou as necessidades quanto aos motivos de viagens, destinos, horários e preços.
EXTENSÃO
Na primeira etapa, foram coletadas informações para montagem do banco de dados, contendo entidades e organizações das regiões extremo-oeste, meio-oeste, norte, oeste, planalto serrano e Vale do Itajaí de Santa Catarina, sudoeste, centro-norte e noroeste do Paraná e noroeste do Rio Grande do Sul. A entrevista foi conduzida por questionários estruturados, compostos por questões abertas, semi-abertas e fechadas. Este questionário foi encaminhado por meio digital, através de link de acesso para o público alvo, também foram feitas entrevistas a campo no aeroporto de Chapecó.
As entrevistas foram realizadas das 04:30 às 06:00 horas e das 13:00 às 16:00 horas de segunda-feira a domingo.
O público-alvo da pesquisa é composto por pessoas que utilizam o transporte aéreo: 69% do sexo masculino e 31% do sexo feminino, cujas profissões/ocupações predominantes são: 12,3% gerentes, 11,8% empresários, 9,5% advogados, 5,3% engenheiros, 3,2% administradores e 2,6% professores universitários.
A pesquisa identificou que 64% dos entrevistados trabalham no setor de prestação de serviços; 20,9% no comércio; 8,8% na indústria; 2,2% na agropecuária; e 1,0% no terceiro setor.
Os motivos pelos quais mais se utiliza transporte aéreo identificados na pesquisa são: 79,6% a negócios e 38,4% para turismo.
Os destinos mais frequentados pelo público-alvo entrevistado são: São Paulo (SP) com 26,1%, Florianópolis (SC) 24,7%, Porto Alegre (RS) 9,9% e Curitiba (PR) 7,9%.
Foi identificado que 45,7% do público entrevistado se desloca para outras cidades para utilizar o transporte aéreo. A cidade de Curitiba (PR) é a mais citada com 23,2%, seguida de Florianópolis/SC 23,1% e Porto Alegre/RS com 18,2%. Os motivos mais comuns desse deslocamento são linhas disponíveis (33,4%), horários adequados (17,1%) e preços baixos (16,6%).

Pesquisa Transporte Aéreo - Resultados 4

Pesquisa Transporte Aéreo - Resultados 4

Usuários indicam necessidade de novas linhas aéreas em Chapecó
28/03/2011

Chapecó – polo do grande oeste de Santa Catarina – é uma das cidades mais bem servidas de transporte aéreo do sul do Brasil: tem aeroporto equipado, linhas regulares e demanda crescente. Nesse cenário, a Associação Comercial e Industrial de Chapecó (ACIC), em parceria com o Instituto de Inteligência e Consultoria Organizacional (INTELECO), aplicou pesquisa de opinião sobre a necessidade de novas linhas aéreas para Chapecó.
Os resultados foram apresentados na última semana pelos diretores da ACIC, João Carlos Stakonski (presidente), Maurício Zolet (vice-presidente) e Diogo Pereira dos Santos (diretos de assuntos econômicos). O trabalho foi coordenado por Daniel Pereira dos Santos, gerente de projetos da Inteleco, que desenvolveu a pesquisa em regime de cooperação, sem custos para a ACIC.
Os quatro destinos mais solicitados foram Porto Alegre (RS), Curitiba (PR), São Paulo (SP) e Navegantes (SC). Os horários mais indicados foram, com saída de Chapecó, entre 6 e 9 horas da manhã e, de chegada, entre 18 e 21 horas e 21 às 23:59h. O preço sugerido pelos passageiros habituais foi de 100 a 300 reais.
De acordo com a pesquisa, os viajantes gostariam que atuassem em Chapecó as companhias Azul e Tam (as mais citadas), seguidas da Gol e Avianca (que já operam no município), depois Trip, WebJet, NHT (em operação), Passaredo e Sol.
O Aeroporto Municipal de Chapecó registra 600 operações de decolagens e aterrissagens e um fluxo de 17.000 passageiros por mês. Possui pista de 2.060 metros com área de escape de 560 metros que suporta aeronaves Boeing 737-800. Três empresam operam: Gol, Avianca e NHT.
O trabalho foi elaborado a partir da identificação da necessidade de novas linhas aéreas para o Aeroporto Municipal Serafim Bertaso, em face do crescimento da cidade, a partir do desenvolvimento dos segmentos-base da economia regional. O município tem alto fluxo de passagem em virtude de transações comerciais, eventos de nível internacional, universidades, entre outros.
Com essas informações, estruturou-se uma pesquisa que abrangeu público (680 usuários de transporte aéreo) que apontou as necessidades quanto aos motivos de viagens, destinos, horários e preços.
EXTENSÃO
Na primeira etapa, foram coletadas informações para montagem do banco de dados, contendo entidades e organizações das regiões extremo-oeste, meio-oeste, norte, oeste, planalto serrano e Vale do Itajaí de Santa Catarina, sudoeste, centro-norte e noroeste do Paraná e noroeste do Rio Grande do Sul. A entrevista foi conduzida por questionários estruturados, compostos por questões abertas, semi-abertas e fechadas. Este questionário foi encaminhado por meio digital, através de link de acesso para o público alvo, também foram feitas entrevistas a campo no aeroporto de Chapecó.
As entrevistas foram realizadas das 04:30 às 06:00 horas e das 13:00 às 16:00 horas de segunda-feira a domingo.
O público-alvo da pesquisa é composto por pessoas que utilizam o transporte aéreo: 69% do sexo masculino e 31% do sexo feminino, cujas profissões/ocupações predominantes são: 12,3% gerentes, 11,8% empresários, 9,5% advogados, 5,3% engenheiros, 3,2% administradores e 2,6% professores universitários.
A pesquisa identificou que 64% dos entrevistados trabalham no setor de prestação de serviços; 20,9% no comércio; 8,8% na indústria; 2,2% na agropecuária; e 1,0% no terceiro setor.
Os motivos pelos quais mais se utiliza transporte aéreo identificados na pesquisa são: 79,6% a negócios e 38,4% para turismo.
Os destinos mais frequentados pelo público-alvo entrevistado são: São Paulo (SP) com 26,1%, Florianópolis (SC) 24,7%, Porto Alegre (RS) 9,9% e Curitiba (PR) 7,9%.
Foi identificado que 45,7% do público entrevistado se desloca para outras cidades para utilizar o transporte aéreo. A cidade de Curitiba (PR) é a mais citada com 23,2%, seguida de Florianópolis/SC 23,1% e Porto Alegre/RS com 18,2%. Os motivos mais comuns desse deslocamento são linhas disponíveis (33,4%), horários adequados (17,1%) e preços baixos (16,6%).

Audiência Pública

Audiência Pública

GDP 371/12
Chapecó, SC, 03 de maio de 2012.

Excelentíssimo Senhor
MARCOS VIERA
Presidente da Comissão Coordenadora do Orçamento Estadual Regionalizado e da Comissão de Finanças e Tributação da Assembleia Legislativa do Estado de Santa Catarina


Senhor Deputado:


A Associação Comercial e Industrial de Chapecó – ACIC, fundada em 10 de maio de 1947, consolidou-se como uma das maiores entidades empresariais de Santa Catarina, com participação efetiva nas principais conquistas infraestruturais da região Oeste.

Essa jornada de 65 anos foi pautada pela defesa dos interesses da comunidade e pela constante avaliação, análise, acompanhamento e reivindicação em prol da população chapecoense e oestina. Em todos os momentos a ACIC teve o solidário e integral apoio dos representantes legitimamente eleitos pela sociedade e, através dessa integração, pretendemos continuar contribuindo em favor das classes empresariais e da comunidade.

Inspirada nesses compromissos, encaminhamos os pleitos de Chapecó e do oeste catarinense para que sejam analisados e incluídos na Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) e na Lei Orçamentária Anual (LOA) durante audiência pública convocada para este dia 03/05/12, em Chapecó, sendo elas:

• Construção do novo terminal de passageiros do Aeroporto Serafim Enoss Bertaso, pátio de manobras e estacionamento de aeronaves, pista de taxi e acessos;
• Construção de um novo parque de exposições e eventos, o Chapecó Multiparque, em substituição ao atual parque de exposições Tancredo de Almeida Neves (Efapi), que não suporta e comporta eventos e feiras setoriais de grande porte;
• Instalação do Condomínio Tecnológico da Região Oeste – DEATEC – para fomentar a criação e a expansão de empresas de base tecnológica;
• Construção da Ferrovia Leste-Oeste (ferrovia do Frango ou ferrovia da integração) ligando a região de Chapecó ao Porto de Itajaí para escoamento da produção agroindustrial catarinense, incrementando ainda mais a competitividade do Estado no cenário mundial;

Não indicamos os valores por falta de elementos de cálculo, mas sugerimos incluir recursos para pesquisa, projetos e fase inicial das respectivas obras.
Certos de sua peculiar atenção, aproveitamos a oportunidade para renovar nossos protestos de elevada estima e consideração.

Respeitosamente,



FLAVIO PASQUALI
Presidente em exercício da ACIC

Em Fase de Conclusão

Em Fase de Conclusão

Falta pouco: obras do aeroporto de Chapecó em fase de conclusão



Diretores da Associação Comercial e Industrial de Chapecó (ACIC) visitaram na última sexta-feira (8) as obras da pista do aeroporto Serafim Enos Bertaso de Chapecó. A boa notícia é de que os serviços serão concluídos na próxima terça-feira (12), de acordo com o diretor da empresa vencedora da licitação Planaterra, Moacir Tiecher.

Na avaliação dos empresários, a notícia é animadora, já que o término das obras estava previsto somente para o início de julho. “O desenvolvimento de Chapecó não comporta mais a falta de estrutura aeroportuária. Seja para negócios, turismo ou necessidades pessoais, os oestinos tiveram dificuldades para viajar. A logística debilitada também prejudicou empresários e profissionais que viriam de outras cidades realizar negócios ou participar de eventos no município. Todos os setores sentiram o desequilíbrio econômico causado por essas mudanças”, afirmou o presidente da ACIC Maurício Zolet.

Depois de concluída a pista, caberá a Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) homologar as obras e autorizar a retomada dos voos para Chapecó.

Estimada em R$ 11,671.546,37 (dos quais R$ 9 milhões do Governo do Estado e R$ 2,6 milhões do Município), a obra consiste na readequação dos 2.063 metros da pista de pouso e decolagem, conforme projetos e especificações do contrato 129/2012, firmado entre o Município de Chapecó e a empresa Planaterra Terraplenagem e Pavimentação Ltda.

Concluída, a nova pista poderá comportar aviões de grande porte com até 200 passageiros, incluindo aviões cargueiros. Entre as aeronaves está o Boeing 737/800 (da Gol) e Airbus A/320 (da Avianca). Será possível, ainda, a retomada de todas as operações com oito voos diários e movimentação média mensal de 23 mil embarques e desembarques.

Burocracia ANAC

Burocracia ANAC

E agora o que falta, ANAC?
Burocracia da ANAC prejudica economia do grande oeste
03/07/2012
Paralisado há dois meses para obras essenciais de melhorias, modernização e readequações, a suspensão das operações no Aeroporto Serafim Bertaso, de Chapecó, provocou prejuízos da ordem de R$ 120 milhões de reais à economia do grande oeste catarinense.
As obras foram concluídas em prazo recorde e executadas dentro de rigorosos padrões técnicos, mas, enquanto a região aguarda ansiosamente a retomada das operações, a Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) exaspera a comunidade regional pela lentidão na tramitação interna do processo homologatório.
O presidente da Associação Comercial e Industrial de Chapecó (ACIC), Maurício Zolet, avaliou que os prejuízos que a região sofreu e ainda sofre decorrem do cancelamento ou transferência de feiras e eventos, da redução do movimento hoteleiro em 42% e em milhares de negócios não realizados porque os investidores do Brasil e do exterior desistiram de viajar a Chapecó e ao oeste. Zolet exemplifica que a Mercoláctea, que deveria ocorrer no primeiro semestre, foi transferida, o que impediu negócios da ordem de R$ 85 milhões de reais.
O dirigente mostra que os serviços foram realizados em prazo recorde de 51 dias (a previsão era 75 dias), iniciados em 22 de abril e encerrados em 17 de junho. A cada dois dias a ANAC recebia relatórios e imagens para acompanhar o desenvolvimento da obra.
A queixa do presidente da ACIC reside na lentidão do órgão regulador federal. Depois de receber o comunicado oficial da conclusão das obras, a ANAC levou doze dias para enviar seus técnicos a Chapecó. “A comunidade oestina esperava mais rapidez, comprometimento e empenho da Agência”, relata Maurício Zolet.
As obras integram o Plano Operacional de Obra e Serviços aprovado pela ANAC e consistiram no fornecimento de material e mão de obra para a readequação dos 2.563 metros da pista de pouso e decolagem mediante investimentos de R$ 11,6 milhões de reais, dos quais R$ 9 milhões do Governo do Estado e R$ 2,6 milhões do Município. Um efetivo de 70 trabalhadores executou os serviços em 20 horas de trabalho por dia, divididos em dois turnos de 10 horas cada. Foram implantados 12 mil metros de drenagem, remoção de 10 mil metros cúbicos de terra através de mil viagens de caminhão, retirada de 7,6 mil toneladas de resíduos de asfalto e utilização de 22 mil toneladas de pedras e 26 mil toneladas de massa asfáltica.
Concluída, a nova pista agora comporta aviões de grande porte com até 200 passageiros incluindo aviões cargueiros. Entre as aeronaves que podem operar em Chapecó situam-se o Boeing 737/800 (da Gol) e Airbus A/320 (da Avianca). Será possível, ainda, a retomada de todas as operações com oito voos diários e movimentação média mensal de 23 mil embarques e desembarques. Para a ampliação dos serviços – voos e mais aeronaves – serão necessárias outras melhorias a exemplo da aquisição de mais um caminhão para o Corpo de Bombeiros e contratação de mais profissionais.
TURISMO
A presidente do Chapecó e Região Convention & Visitors Bureau, Mirian Felippi, afirma que o setor turístico está sofrendo muito desde o fechamento do aeroporto. O faturamento das agências de viagens reduziu 60%. A realização de eventos caiu em 50%, os hotéis tiveram queda de pelo menos 30% e os restaurantes foram penalizados com redução de 20% a 30% de clientes.
“Temos toda a infraestrutura necessária para a realização de grandes eventos, mas o setor está sendo fortemente prejudicado com a falta do transporte aéreo. A reabertura do aeroporto de Chapecó é urgente e fundamental para o desenvolvimento econômico do município”, expõe.
MERCOMÓVEIS 2012
O empresário Nivaldo Lazaron Júnior, presidente da comissão central organizadora da Mercomóveis 2012, maior feira do setor em Santa Catarina e uma das maiores do País, assinala: “hoje, todo o processo de vendas de passagens para visitantes e compradores aguarda a liberação dos voos. A Mercomóveis depende muito da estrutura aeroportuária, pois muitos clientes são de outros Estados e do exterior”.
Para a Rodada Internacional de Negócios a Mercomóveis espera visitantes de 15 países, por isso, o sucesso da feira depende do funcionamento do aeroporto. “Não há feira sem visitantes. Milhões em negócios estão em jogo e esperamos uma boa notícia em breve”, encerra.
AGRONEGÓCIO
O prejuízo econômico e social da região com o fechamento do aeroporto municipal de Chapecó nesse período é incalculável, avalia o presidente da Coopercentral Aurora Alimentos e vice-presidente de agronegócio da Federação das Indústrias de Santa Catarina, Mário Lanznaster. Ele lamenta que eventos deixaram de ser realizados, muitos negócios foram adiados e viagens interrompidas.
Lanznaster realça que a comunidade regional sentiu o impacto econômico em todos os setores. O culminante crescimento de Chapecó e da região não abriga mais a ausência do transporte aéreo. “Precisamos que o aeroporto volte a funcionar o mais breve possível para que nossas empresas e instituições possam compensar as perdas dos últimos meses”, enfatiza.
MUNICÍPIOS DO OESTE
O secretário executivo da Associação dos Municípios do Oeste de Santa Catarina (AMOSC), Paulo Utzig, lembra que o aeroporto Serafim Enoss Bertaso é um instrumento logístico de imensa contribuição regional. Observa que seu funcionamento reflete diretamente na economia do oeste de Santa Catarina, sudoeste do Paraná e noroeste do Rio Grande do Sul.
Além disso, integra a Mesorregião da Grande Fronteira do Mercosul, que compreende 415 municípios, um programa apoiado pela AMOSC e que se enquadra dentro das prioridades do Governo Federal junto ao Ministério da Integração Nacional. “Todos os administradores municipais da microrregião defendem a imediata reabertura do aeroporto para reduzir o impacto e o transtorno causado no transporte de passageiros e na promoção de eventos”, conclui.
COMÉRCIO
O presidente da Câmara de Dirigentes Lojistas de Chapecó (CDL), Gilberto João Badalotti, revela que a sociedade, os empresários e todos os segmentos da economia chapecoense aguardam ansiosamente a reabertura do aeroporto municipal de Chapecó. “Esse tema, bem como o impacto da interrupção de suas atividades, tem sido amplamente debatido em todos os locais do município, uma vez que todos anseiam a imediata retomada de voos.”
Por ter uma elevada abrangência de atendimento, o aeroporto impacta diretamente na movimentação econômica regional. Badalotti calcula que 50% dos 23 mil passageiros mensais procedem de outros municípios e aproveitam para comprar no comércio local. Com isso são beneficiados hotéis, bares, restaurante, prestadores de serviços e os lojistas. A interrupção das atividades do aeroporto comprometeu negociações e eventos foram interrompidos ou cancelados. O presidente da CDL assevera que o comércio de Chapecó, como prestador de serviço, perdeu muito neste período, sendo imensurável o impacto econômico negativo.
O presidente do SICOM, Ivalberto Tozzo, declara: “O esforço coletivo para que as adequações solicitadas pela ANAC fossem atendidas no Aeroporto Serafim Enoss Bertaso em Chapecó não pode ficar à mercê das vontades políticas ou da burocracia estatal, pois a reabertura imediata do aeroporto é uma necessidade urgente, sob pena de acumularmos ainda mais perdas numa economia regional já fragilizada”.
ÁREA DA SAÚDE
Chapecó se destaca pelo desenvolvimento industrial, turismo de negócios, pelo avanço na aérea de saúde, entre outros aspectos. No entanto, estes setores que estavam em constante desenvolvimento estão sendo fortemente prejudicados com a falta de infraestrutura aeroportuária.
O presidente da Unimed Chapecó, Geraldo Antunes Córdova, salienta que a reabertura do aeroporto de Chapecó é urgente porque representa a principal ponte de ligação aos centros urbanos, além de ser um meio de transporte essencial para visitantes e investidores que antes marcavam presença constantemente no município. O aeroporto beneficia não somente a cidade-polo do oeste como os demais municípios vizinhos que necessitam de transporte aéreo.

Reabertura Aeroporto

Reabertura Aeroporto

“Aeroporto de Chapecó, agora, em céu de brigadeiro”
23/07/2012

Um dos fatores que sustentam a liderança regional exercida por Chapecó sobre a vasta área do oeste catarinense, sudoeste do Paraná e Noroeste do Rio Grande do Sul é o Aeroporto Municipal Engenheiro Serafim Enoss Bertaso. A operação comercial regular de grandes companhias aéreas, o emprego de aeronaves de grande porte e as opções de destinos fazem do aeródromo um dos mais movimentados do interior do país.
A importância desse aeroporto para a economia regional ficou cabalmente demonstrada e comprovada no período em que ficou paralisado para obras de recuperação e ampliação. Nesses dois meses, a suspensão das operações provocou prejuízos da ordem de R$ 120 milhões de reais à economia do grande oeste catarinense.
As obras foram executadas dentro de rigorosos padrões técnicos e realizadas em prazo recorde de 51 dias (a previsão era 75 dias), iniciados em 22 de abril e encerrados em 17 de junho. Essas obras integram o Plano Operacional de Obra e Serviços aprovado pela Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) e consistiram no fornecimento de material e mão de obra para a readequação dos 2.563 metros da pista de pouso e decolagem mediante investimentos de R$ 11,6 milhões de reais, dos quais R$ 9 milhões do Governo do Estado e R$ 2,6 milhões do Município.
Um efetivo de 70 trabalhadores executou os serviços em 20 horas de trabalho por dia, divididos em dois turnos de 10 horas cada. Foram implantados 12 mil metros de drenagem, remoção de 10 mil metros cúbicos de terra através de mil viagens de caminhão, retirada de 7,6 mil toneladas de resíduos de asfalto e utilização de 22 mil toneladas de pedras e 26 mil toneladas de massa asfáltica.
Concluída, a nova pista agora comporta aviões de grande porte com até 200 passageiros incluindo aviões cargueiros. Entre as aeronaves que podem operar em Chapecó situam-se o Boeing 737/800 (da Gol) e Airbus A/320 (da Avianca). Será possível, ainda, a retomada de todas as operações com oito voos diários e movimentação média mensal de 23 mil embarques e desembarques. Para a ampliação dos serviços – voos e mais aeronaves – serão necessárias outras melhorias a exemplo da aquisição de mais um caminhão para o Corpo de Bombeiros e contratação de mais profissionais.
O Aeroporto está localizado a 10 quilômetros do centro de Chapecó, tem operação noturna e procedimentos para pouso por instrumentos, constituído por auxílio rádio VOR/DME e NDB. Conta com Indicador de percurso de aproximação de precisão (PAPI) para o procedimento de aproximação e uma equipada seção contra incêndio. O conjunto aeroportuário contempla, ainda, hangares da aviação executiva, táxi aéreo e o Aeroclube de Chapecó, com uma escola destinada à formação com cursos de Piloto Privado, Piloto Comercial, IFR e Planador.
A estrutura inclui lanchonete, táxis, sala de embarque e desembarque, balcões para aluguéis de carros e compra de passagens aéreas e estacionamento gratuito com segurança 24 horas.
REPERCUSSÕES
Uma onda de otimismo impregnou os setores empresariais de Chapecó com a conclusão das obras, a homologação da ANAC e a retomada das operações da companhias Avianca, Gol, NHT, Azul e TRIP. A convicção geral é de que as perdas serão recuperadas.
O presidente da Associação Comercial e Industrial de Chapecó (ACIC), Maurício Zolet, avaliou que os prejuízos que a região sofreu decorrem do cancelamento ou transferência de feiras e eventos, da redução do movimento hoteleiro em 42% e em milhares de negócios não realizados porque os investidores do Brasil e do exterior desistiram de viajar a Chapecó e ao oeste. Zolet exemplifica que a Mercoláctea, que deveria ocorrer no primeiro semestre, foi transferida, o que impediu negócios da ordem de R$ 85 milhões de reais.
Outro indicador do impacto do aeroporto na economia vem do Chapecó e Região Convention & Visitors Bureau: o faturamento das agências de viagens reduziu 60%, os eventos caíram 50% e os restaurantes foram penalizados com redução de 20% a 30% de clientes.
Por ter uma elevada abrangência de atendimento, o aeroporto impacta diretamente na movimentação econômica regional. Calcula-se que 50% dos 23 mil passageiros mensais procedem de outros municípios e aproveitam para comprar no comércio local. Com isso são beneficiados hotéis, bares, restaurante, prestadores de serviços e os lojistas.
“O Serafim Bertaso voa, agora, em céu de brigadeiro”, festeja Zolet, enfatizando que a retomada das operações ocorre a tempo de evitar prejuízos à Mercomóveis 2012, maior feira do setor em Santa Catarina e uma das maiores do País, que ocorre na segunda quinzena deste mês de agosto. A Mercomóveis depende muito da estrutura aeroportuária, pois muitos clientes são de outros Estados e a Rodada Internacional de Negócios terá visitantes de 15 países.
Maior dependência ainda tem a Mercoagro 2012, segunda maior feira da indústria mundial de processamento de carnes, prevista para 18 a 21 de setembro com expectativa de 35 mil visitantes e negócios da ordem de US$ 160 milhões de dólares. Cerca de 20% dos visitantes-compradores vem do exterior.
Mas não é somente a área empresarial que dinamiza suas atividades com o aeroporto, considerado um instrumento logístico de imensa contribuição regional. Seu funcionamento reflete diretamente na economia do oeste de Santa Catarina, sudoeste do Paraná e noroeste do Rio Grande do Sul. Chapecó polariza a Mesorregião da Grande Fronteira do Mercosul, que compreende 415 municípios, cujas estruturas locais de gestão dependem do transporte aéreo. 

Plano Diretor

Plano Diretor

Aeroporto e Plano Diretor: temas pautam reunião do Conselho Consultivo da ACIC
15/06/2012

O futuro de Chapecó esteve em debate durante a reunião do Conselho Consultivo da Associação Comercial e Industrial de Chapecó (ACIC), na última quinta-feira (14). Entre as questões que envolvem o crescimento do município e foram pautadas pelos Conselheiros da entidade estão o aeroporto e o Plano Diretor de Chapecó.
Na primeira parte da reunião, o vice-presidente da ACIC Flávio Pasquali apresentou os resultados da visita técnica ao Aeroporto Regional de Maringá, no Paraná, realizada recentemente pela entidade com o intuito de buscar referência em modernidade e gestão do empreendimento.
Pasquali destacou que projeto foi pensado no futuro, prevendo a ampliação da pista, do terminal de cargas e do terminal de passageiros de acordo com a demanda do transporte aéreo. Citou que em 2009 a estrutura comportava cerca de 320 mil passageiros e a previsão é de que nesse ano o número chegue aos 700 mil.
O conselho gestor, Administrativo e Executivo, é formado por profissionais do setor e também por representantes da sociedade e do Governo Municipal. “O modelo de gestão de economia mista, conduzido com profissionalismo, tem contribuído para alavancar o crescimento do aeroporto, pois a empresa criada para administrar os negócios não possui fins lucrativos, mas tem como foco atender as necessidades da população. São sistemas que servem de exemplo para a ampliação do aeroporto de Chapecó”, complementou.
Na segunda parte da reunião, atendendo a convite do Conselho, o secretário de Planejamento Nemésio Carlos da Silva, a arquiteta Tânia Salvador e o líder do Governo na Câmara Marcio Ernani Sander explanaram o projeto do Plano Diretor do município.
Sander apontou que após meses de trabalho o projeto foi enviado à Câmara, mas voltou ao Conselho Municipal de Desenvolvimento Territorial com novas sugestões. Agora passa novamente por trâmite antes de chegar ao Legislativo.
O vereador, que acompanha as discussões desde 2006, quando coordenou a primeira revisão do Plano Diretor, enfatizou que de lá para cá o Projeto recebeu 147 alterações. “Ou seja, são mudanças que não estavam previstas, a exemplo do Contorno Viário e da nova rua Araras, entre outros, mas que precisavam de soluções para viabilizar as obras”.
O secretário de Planejamento do município assinalou que as adequações estão de acordo com a legislação. “As demandas surgem com o crescimento da cidade e chegam ao limite permitido. O novo Plano prevê o aumento do índice construtivo, corrige a área de zoneamento e estabelece novas regras de ocupação, alterações viáveis e necessárias”, disse Silva.
O presidente da ACIC Maurício Zolet e o presidente do Conselho Consultivo Cláudio De Marco enfatizaram que a entidade acompanha as discussões e está à disposição para auxiliar no projeto. “Chapecó precisa urgente de um Plano que atenda as necessidades e acompanhe o desenvolvimento do município. Mas é preciso pensar também no futuro e contemplar outros segmentos além da construção civil, entre eles a mobilidade urbana”.

Reabertura Aeroporto 2

Reabertura Aeroporto 2

Entidades pedem reabertura imediata do aeroporto de Chapecó
ACIC2012-REABERTURAAEROPORTO 07/07/12


MERCOMÓVEIS 2012
Nivaldo Lazaron Junior - presidente
A maior feira do setor de Santa Catarina, a Mercomóveis 2012, deverá ser o primeiro grande evento após a reabertura do aeroporto de Chapecó. Hoje, todo o processo de vendas de passagens para visitantes/compradores aguarda a liberação dos voos. A Mercomóveis depende muito da estrutura aeroportuária, pois muitos clientes são de outros Estados e do exterior. Para a Rodada Internacional de Negócios esperamos visitantes de 15 países. O sucesso da feira depende do funcionamento do aeroporto, pois não há evento sem visitantes. Milhões em negócios estão em jogo e esperamos uma boa notícia em breve.

COOPERCENTRAL AURORA ALIMENTOS
MÁRIO LANZNASTER - presidente
O prejuízo econômico e social da região com o fechamento do aeroporto municipal de Chapecó nesse período é incalculável. Eventos deixaram de ser realizados, muitos negócios foram adiados e viagens interrompidas. A comunidade regional sentiu o impacto econômico em todos os setores. O culminante crescimento de Chapecó e da região não abriga mais a ausência do transporte aéreo. Precisamos que o aeroporto volte a funcionar o mais breve possível para que nossas empresas e instituições possam compensar as perdas dos últimos meses.

ASSOCIAÇÃO DOS MUNICÍPIOS DO OESTE DE SANTA CATARINA (AMOSC)
Paulo Utzig – secretário executivo
O aeroporto Serafim Enoss Bertaso é um instrumento logístico de imensa contribuição regional. O seu funcionamento reflete diretamente na economia do oeste de Santa Catarina, sudoeste do Paraná e noroeste do Rio Grande do Sul. Além disso, integra a Mesorregião da Grande Região Fronteira do Mercosul, que compreenda 415 municípios, um programa apoiado pela AMOSC e que se enquadra dentro das prioridades do Governo Federal junto ao Ministério da Integração Nacional. Todos os administradores municipais da microrregião defendem a imediata reabertura do aeroporto para reduzir o impacto e o transtorno causado no transporte de passageiros e na promoção de eventos.

CÂMARA DE DIRIGENTES LOJISTAS DE CHAPECÓ (CDL)
Gilberto João Badalotti – presidente
A sociedade, os empresários e todos os segmentos da economia chapecoense aguardam ansiosamente a reabertura do aeroporto municipal de Chapecó. Esse tema, bem como o impacto da interrupção de suas atividades, tem sido amplamente debatido em todos os locais do município, uma vez que todos anseiam a imediata retomada de voos. Por ter uma elevada abrangência de atendimento, o aeroporto impacta diretamente na movimentação econômica regional. Dos 23 mil passageiros mensais, estima-se que aproximadamente 800 pegam voos diariamente em Chapecó e, destes, metade são de outros municípios, que aproveitam para comprar no comércio local. Com isso são beneficiados hotéis, bares, restaurante, prestadores de serviços e os lojistas. A interrupção das atividades do aeroporto comprometeu negociações e eventos foram interrompidos ou cancelados. O comércio de Chapecó, como prestador de serviço, perdeu muito neste período, sendo imensurável o impacto econômico.

UNIMED CHAPECÓ
Geraldo Antunes Córdova – presidente
Chapecó se destaca pelo desenvolvimento industrial, turismo de negócios, pelo avanço na aérea de saúde, entre outros aspectos. No entanto, estes setores que estavam em constante desenvolvimento estão sendo fortemente prejudicados com a falta de infraestrutura aeroportuária. A reabertura do aeroporto de Chapecó é urgente porque representa a principal ponte de ligação aos centros urbanos, além de ser um meio de transporte essencial para visitantes e investidores que antes marcavam presença constantemente no município. O aeroporto beneficia não somente a cidade polo do oeste como os demais municípios vizinhos que necessitam de transporte aéreo.

CHAPECÓ E REGIÃO CONVENTION & VISITOR BUREAU
Mirian Felippe - presidente
O setor turístico está sofrendo muito desde o fechamento do aeroporto. O faturamento das agências de viagens reduziu 60%. A realização de eventos caiu em 50%, os hotéis tiveram queda de 30% e os restaurantes foram penalizados com redução de 20% a 30% de clientes. Temos toda a infraestrutura necessária para a realização de grandes eventos, mas o setor está sendo fortemente prejudicado com a falta do transporte aéreo. A reabertura do Aeroporto de Chapecó é urgente e fundamental para o desenvolvimento econômico do município.

Conclusão

Conclusão

Falta pouco: obras do aeroporto de Chapecó em fase de conclusão
ACIC2012VISITAAEROPORTO 08/06/2012

Diretores da Associação Comercial e Industrial de Chapecó (ACIC) visitaram nesta sexta-feira (8) as obras da pista do aeroporto Serafim Enos Bertaso de Chapecó. A boa notícia é de que os serviços serão concluídos na próxima terça-feira (12), de acordo com o diretor da empresa vencedora da licitação Planaterra, Moacir Tiecher.
Na avaliação dos empresários, a notícia é animadora, já que o término das obras estava previsto somente para o início de julho. “O desenvolvimento de Chapecó não comporta mais a falta de estrutura aeroportuária. Seja para negócios, turismo ou necessidades pessoais, os oestinos tiveram dificuldades para viajar. A logística debilitada também prejudicou empresários e profissionais que viriam de outras cidades realizar negócios ou participar de eventos no município. Todos os setores sentiram o desequilíbrio econômico causado por essas mudanças”, afirmou o presidente da ACIC Maurício Zolet.
Depois de concluída a pista, caberá a Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) homologar as obras e autorizar a retomada dos voos para Chapecó.
Estimada em R$ 11,671.546,37 (dos quais R$ 9 milhões do Governo do Estado e R$ 2,6 milhões do Município), a obra consiste na readequação dos 2.063 metros da pista de pouso e decolagem, conforme projetos e especificações do contrato 129/2012, firmado entre o Município de Chapecó e a empresa Planaterra Terraplenagem e Pavimentação Ltda.
Concluída, a nova pista poderá comportar aviões de grande porte com até 200 passageiros, incluindo aviões cargueiros. Entre as aeronaves está o Boeing 737/800 (da Gol) e Airbus A/320 (da Avianca). Será possível, ainda, a retomada de todas as operações com oito voos diários e movimentação média mensal de 23 mil embarques e desembarques.

Movimento Recorde em 2013

Movimento Recorde em 2013

Fonte: Prefeitura Municipal de Chapecó

O movimento do feriadão de natal ainda não está contabilizado na estatística, mesmo assim o índice de passageiros embarcados e desembarcados no Aeroporto Serafim Enoss Bertaso de Chapecó em 2013, superou todas as estatísticas anteriores. Até o dia 20 de dezembro, a administração do local, ligada à Secretaria de Defesa do Cidadão da Prefeitura de Chapecó, registrou 374.352 passageiros entre pagantes e não pagantes – um número bem superior a 2012. No ano passado 270.422 passageiros embarcaram ou desembarcaram no Aeroporto (considerando os 75 dias inoperantes em função das obras na pista).

O número de passageiros/ano foi aumentando de forma gradativa. Em 2009, foram 117.648. Em 2010, o número de embarques e desembarques chegou a 197.937. E em 2011, 248.597 pessoas.

Os números da movimentação/mês sofreram oscilações nos primeiros oito meses de 2013. Já em setembro, outubro e novembro foram registrados recordes gradativos, conforme detalhado na tabela a seguir.

2013            Embarcados       Desembarcados   TOTAL
Janeiro         15.612               15.724                 31.336
Fevereiro      13.497               13.486                 26.983
Março          16.493               17.090                 33.583
Abril             16.894               16.804                 33.698
Maio            15.979               15.996                 31.975
Junho           13.315              13.453                  26.768
Julho            14.918              14.609                  29.527
Agosto         14.483               14.321                 28.804
Setembro      16.435              16.559                 32.994
Outubro       18.497              18.392                 36.889
Novembro     18.556             18.486                  37.042                        Dezembro     11.742              12.961                24.753   

TOTAL          186.471           187.881               374.352


“A região geográfica favorável, os últimos investimentos realizados na estrutura, a logística de acesso ao local que proporciona maior mobilidade com opções como o Contorno Viário Oeste, e o fomento do turismo de negócios são alguns fatores que contribuem para uma movimentação cada vez mais intensa no Aeroporto de Chapecó”, destaca o Prefeito José Caramori. 

Crescimento de 31% em 2013

Crescimento de 31% em 2013


Aeroporto de Chapecó registra crescimento de 31% em 2013
Número de passageiros deve aumentar após construção de terminal.


Atualmente, cerca de 40 mil pessoas passam por mês pelo aeródromo.

O Aeroporto Municipal Serafin Enoss Bertaso, em Chapecó, Oeste de Santa Catarina, teve um crescimento de 31% no número de passageiros em 2013. Segundo informações da Prefeitura, que administra o aeródromo, 387.547 mil pessoas passaram pelo aeroporto durante o ano. Esse número compreende embarques e desembarques. Em 2012, a movimentação registrada, de acordo com os relatórios diários de movimentação de passageiros, foi de 270.422 mil.
De acordo com o vice-prefeito de Chapecó, Luciano Buligon, o aeroporto da cidade também foi um dos aeródromos regionais que mais cresceu no país em 2013. Localizado a 10 quilômetros da área central de Chapecó, o aeroporto abrange uma região de 1 milhão de pessoas, que compreende o Oeste Catarinense, o Sudoeste do Paraná e o Noroeste do Rio Grande do Sul. Atualmente, cerca de 40 mil pessoas passam por mês pelo local.
São operados 39 voos semanais com destinos para Florianópolis, Porto Alegre, São Paulo e Brasília. Os voos diários são oferecidos por três companhias, Gol, Avianca e Azul. A empresa Brava Linhas Aéreas, que tem voos autorizados pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), não está operando voos devido a uma reestruturação da empresa.
Investimentos no aeroporto
Em 2012, o aeroporto ficou fechado durante 75 dias para a reforma completa da pista de pouso e decolagem, e foi liberada pela Anac no dia seis de junho. Essa recuperação da pista foi uma das razões que contribuíram para o aumento no número de passageiros.
“Com infraestrutura nova e de qualidade, outras empresas manifestaram interesse em operar no aeroporto, trazendo mais voos, mais passageiros e gerando mais empregos”, explica o prefeito de Chapecó, José Caramori.

Outros investimentos realizados no local foram a troca da cerca patrimonial, a ampliação da sala de embarque e desembarque, a colocação de esteira rolante para bagagens e a ampliação do pátio de estacionamento de aeronaves. Os investimentos foram de R$ 22 milhões.
Novo terminal de passageiros
Um novo terminal para passageiros deve ser construído com recursos oriundos do Programa Federal de Auxílio a Aeroportos (PROFAA), do Governo Federal. O repasse de R$ 35,2 milhões foi confirmado em novembro de 2012 pela Secretaria Nacional de Aviação Civil.
O projeto prevê pátio para seis aeronaves de grande porte, 12 hangares particulares, terminal de passageiros de 2,5 mil metros quadrados e capacidade para 503 passageiros/hora, sinalização vertical e horizontal. Além disso, prevê terminal de cargas de mil metros quadrados, aumento da pista para 2.940 metros, pista de taxiamento de 1,5 mil metros, torre de controle, dois conectores ligando o avião ao terminal e estacionamento para 250 carros. A meta é que o novo aeroporto possa receber até Boeing 767/300, com capacidade para 320 passageiros. Atualmente a aeronave com maior capacidade de passageiros é o Boeing 737/700, com 144 lugares.
Técnicos do Consórcio responsável pelo projeto já estiveram duas vezes na cidade para fazer levantamento de informações, ações e obras necessárias para melhorar a qualidade do serviço oferecido aos usuários do aeródromo. O estudo completo deve ficar pronto no mês de março e ser entregue na Secretaria de Aviação Civil (SAC). Após a entrega, a SAC deverá iniciar os processos de licitação para o início das obras no Novo Terminal de Passageiros.
“Estamos planejando estes investimentos, em parceria com os Governos Estadual e Federal, afim de transformar o aeroporto de Chapecó em um dos melhores do interior do Brasil”, afirma Caramori.

Fonte G1

Avanço Projeto de Ampliação