Acesso BR 282

Acesso BR 282

Uma das obras mais reivindicadas no grande oeste catarinense – a duplicação do acesso de Chapecó à rodovia federal BR-282 – está sendo executada em nosso município.

Licitção

Licitção

Acic cobra licitação da duplicação do acesso à BR-282

07/04/2009




O dinheiro está disponível, o projeto está concluído e aprovado. O que está impedindo a licitação da obra de duplicação do acesso à BR-282? Esta pergunta esta sendo feita pela Associação Comercial e Industrial de Chapecó (Acic) ao Ministério dos Transportes, ao governo do Estado e à Administração municipal.

Em expediente encaminhado às autoridades das três esferas do Poder Público, o presidente da Acic, Vincenzo Mastrogiacomo, considera “incompreensível a morosidade e o descaso das autoridades catarinenses em relação a esse empreendimento de alto interesse público”.

O dirigente lembra que a sociedade regional recebeu com alegria, em dezembro passado, a notícia de que o Ministério dos Transportes havia aprovado o projeto de duplicação do acesso de Chapecó à rodovia federal BR-282, e liberado recursos iniciais da ordem de 10 milhões de reais. Porém, transcorreram mais de três meses, a comunidade oestina aguarda, com ansiedade, a licitação pública da obra e a efetiva contratação dos serviços.

Mastrogiacomo assinala que a duplicação da rodovia que liga a principal cidade do oeste à principal artéria de integração territorial de Santa Catarina é questão de alta prioridade. “Nas atuais condições em que se encontra, o acesso transformou-se em palco de implacável morticínio que diariamente ensangüenta esse trecho rodoviário sem poupar jovens, crianças e adultos. É a principal via de escoamento do município aos portos e aos grandes centros brasileiros de consumo, mas ostenta infra-estrutura incapaz de comportar o número de veículos que por ali trafega diariamente.”

O acesso de Chapecó à BR-282 tem nove quilômetros de extensão. O projeto de duplicação está orçado em 90 milhões de reais e prevê viadutos, rótulas e trevos. A primeira parcela de 10 milhões de reais está disponível.

Convite

Convite

ACIC CONVIDA

A Associação Comercial e Industrial de Chapecó (Acic), juntamente com as autoridades constituídas das três esferas da Administração Pública, convida os senhores empresários e profissionais liberais a participar do ato de lançamento do edital de licitação pública para a obra de duplicação do acesso de Chapecó à rodovia federal BR-282.

A solenidade está programada para ser realizada em:

Data: 28.01.2010 (quinta-feira)
Horário: 10 horas da manhã
Local: Câmara Municipal de Vereadores de Chapecó


Chapecó, 26 de janeiro de 2010.


JOÃO CARLOS STAKONSKI
Presidente

Obras de Acesso - Carta

Obras de Acesso - Carta


Chapecó (SC), 28 de outubro de 2010.


Senhor Governador: PMC, GOVSC, SDR, DENIT, MT


Uma das obras mais reivindicadas no grande oeste catarinense – a duplicação do acesso de Chapecó à rodovia federal BR-282 – está sendo executada em nosso município.
A complexidade da obra e a grande movimentação de máquinas, equipamentos e veículos tornam o trânsito, nesse trajeto, extremamente perigoso e sujeito a acidentes.
Apesar dessas condições, o local encontra-se totalmente desprovido de sinalização.
É necessário lembrar que a duplicação da rodovia – que liga a principal cidade do oeste à principal artéria de integração territorial de Santa Catarina – tornou-se uma prioridade regional. Essa é a principal via de escoamento do município aos portos e aos grandes centros brasileiros de consumo, mas ostenta infra-estrutura incapaz de comportar o número de veículos que por ali trafega diariamente.
Nas atuais condições em que se encontrava, o acesso transformava-se em palco de implacável morticínio que ensangüentava esse trecho rodoviário sem poupar jovens, crianças e adultos. Com as obras em execução, esse cenário tornou-se ainda mais caótico.
É incompreensível, portanto, a falta ou insuficiência de sinalização para a segurança de milhares de pessoas que transitam por aquela via, uma das mais movimentadas do sistema viário catarinense.
Solicitamos a V. Senhoria adotar as medidas necessárias para a efetiva sinalização da obra, eis que os recursos estão disponibilizados.
Certos de sua atenção, antecipamos nossos agradecimentos.

Atenciosamente,

JOÃO CARLOS STAKONSKI
PRESIDENTE

Obras de Acesso - Sinalização

Obras de Acesso - Sinalização

Acic pede sinalização para obras do acesso à BR282
28/10/2010

A falta de sinalização das obras de duplicação do acesso de Chapecó à rodovia federal BR-282 está preocupando as entidades empresariais de Chapecó. Esse trecho é o segundo mais movimentado do sistema viário catarinense – por ali passam 30.000 veículos/dia – e a obra foi uma das mais reivindicadas no grande oeste catarinense.
O presidente da Acic, João Carlos Stakonski, encaminhou expedientes aos órgãos públicos, observando que a complexidade da obra e a grande movimentação de máquinas, equipamentos e veículos tornam o trânsito, nesse trajeto, extremamente perigoso e sujeito a acidentes. Apesar dessas condições, o local encontra-se totalmente desprovido de sinalização.
Stakonski lembra que a duplicação da rodovia – que liga a principal cidade do oeste à principal artéria de integração territorial de Santa Catarina – tornou-se uma prioridade regional. Essa é a principal via de escoamento do município aos portos e aos grandes centros brasileiros de consumo, mas ostenta infraestrutura incapaz de comportar o número de veículos que por ali trafega diariamente.
Nas condições originais, o acesso transformou-se em palco uma sucessão de acidentes, ceifando implacavelmente jovens, crianças e adultos. “Com a não-sinalização das obras em execução, esse cenário tornou-se ainda mais caótico”, enfatiza o presidente.
É incompreensível, portanto, a falta ou insuficiência de sinalização para a segurança de milhares de pessoas que transitam por aquela via, uma das mais movimentadas do sistema viário catarinense. Por isso, a Acic solicitou aos organismos públicos vinculados à obra (Deinfra, Secretária e Ministério dos Transportes) as medidas necessárias para a efetiva sinalização.
Preocupação semelhante tem o Sindicato do Comércio Varejista (Sicom) e a Cooperativa dos Transportadores Coletivos de Passageiros e Cargas do Oeste Catarinense (Cotraoca).
O acesso de Chapecó à BR-282 tem nove quilômetros de extensão. O projeto de duplicação está orçado em 90 milhões de reais e prevê viadutos, rótulas e trevos. 

Investimentos Urgente

Investimentos Urgente


ACIC pede investimentos urgentes na BR-282
07/10/2011
Rodovia tem seis acidentes por dia e uma morte a cada três dias. Só no oeste transitam 1.100 carretas por dia

Documento pedindo urgentes melhorias na rodovia federal BR-282, principal via de acesso e escoamento da produção do oeste catarinense aos portos e aos grandes centros brasileiros de consumo, foi entregue ao vice-presidente da República Michel Temer, ontem, em Chapecó, pelo presidente da Associação Comercial e Industrial (ACIC), João Carlos Stakonski.
Temer participou de dois atos no Parque de Exposições Tancredo Neves: café da manhã com prefeitos e empresários e abertura oficial da EFAPI 2011.
O documento da ACIC demonstra que a rodovia requer urgentes investimentos em face do imenso volume de tráfego e de circulação de mercadorias e produtos. Essa rodovia foi concebida como um ícone para integração política, econômica e cultural de Santa Catarina, porém, não suportou crescimento tão intenso no transporte de produtos para exportação, o que representa milhões de dólares circulando pelas estradas.
A entidade empresarial entende que a solução ideal seria a DUPLICAÇÃO da rodovia, entretanto, como isso demandaria muito tempo para elaboração de projeto técnico e um volume elevadíssimo de recursos, sugere a implantação de terceiras-faixas, readequação de trevos de acesso, restauração de pavimentos, melhora da sinalização e o aumento do efetivo e de equipamentos da PRF.
“Essa alternativa apresenta-se viável em curto espaço de tempo e com orçamento modestíssimo para os padrões dessa categoria de obras”, observa o presidente da ACIC.
O Stakonski entregou ao vice-presidente a análise situacional da rodovia BR-282 elaborada pela Federação das Indústrias de SC. Esse estudo revela que a rodovia tornou-se um gargalo logístico para o transporte de toda a produção agropecuária da região oeste, reconhecida como maior produtora de suínos do país, uma das maiores produtoras de aves e grãos, a maior exportadora de suínos e aves e o maior polo brasileiro de carnes industrializadas.
A construção foi desenvolvida entre 1960 e 1975, embora efetivamente concluída na região do Planalto Serrano somente em 2008. Agora, de acordo com esse estudo, são necessários R$ 320 milhões para desafogar e melhorar as condições de segurança da BR-282, que liga Florianópolis com a divisa Argentina, no extremo oeste. Nesse trecho ocorrem 6,5 acidentes por dia com uma morte a cada três dias no local do acidente, sem contar os óbitos no transporte e nos hospitais.
Transita pela BR-282 parte da economia que atende um quarto da população catarinense. Somente a cadeia industrial instalada na região Oeste, que abrange o transporte de carne e insumos, movimenta cerca de 1,1 mil carretas de 30 toneladas por dia na rodovia. O setor de alimentos tem 3,4 mil indústrias, 96,8 mil trabalhadores e foi responsável por 39% das exportações catarinenses em 2010.
O estudo mostra que, como o transporte das agroindústrias e dos diversos fornecedores de empresas de outros setores é terceirizado, os pequenos e médios transportadores enfrentam os altos custos de manutenção dos veículos. Há situações em que até 40% do faturamento do caminhão é destinado para manutenção do veículo. Estatísticas da PRF (Polícia Rodoviária Federal) de janeiro de 2007 a julho de 2011 apontam a ocorrência de uma média de seis acidentes diários e uma morte a cada três dias no local da ocorrência. 

Obras de Acesso - Carta 2

Obras de Acesso - Carta 2

Chapecó (SC), 15 de maio de 2012.


Senhor Secretário de Desenvolvimento Regional:


Uma das obras mais reivindicadas no grande oeste catarinense – a duplicação do acesso de Chapecó à rodovia federal BR-282 – está sendo executada em nosso município.
Infelizmente, o cronograma da obra é muito elástico e os serviços estão sendo executados com exasperante lentidão.
Além disso, a complexidade da obra e a grande movimentação de máquinas, equipamentos e veículos tornam o trânsito, nesse trajeto, extremamente perigoso e sujeito a acidentes.
Apesar dessas condições, o local encontra-se provido de sinalização deficiente e insuficiente.
É necessário lembrar que a duplicação da rodovia – que liga a principal cidade do oeste à principal artéria de integração territorial de Santa Catarina – tornou-se uma prioridade regional. Essa é a principal via de escoamento do município aos portos e aos grandes centros brasileiros de consumo, mas ostenta infraestrutura incapaz de comportar o número de veículos que por ali trafega diariamente.
Nas atuais condições em que se encontrava, o acesso se tornava um palco de grande morticínio que ensangüentava esse trecho rodoviário sem poupar jovens, crianças e adultos.
Com as obras em execução, esse cenário tornou-se ainda mais caótico.
É incompreensível, portanto, a falta ou insuficiência de sinalização para a segurança de milhares de pessoas que transitam por esse via, uma das mais movimentadas do sistema viário catarinense.
Solicitamos a V. Senhoria adotar as medidas necessárias para a efetiva sinalização da obra, eis que os recursos estão disponibilizados.
Certos de sua atenção, antecipamos nossos sinceros agradecimentos.

Atenciosamente,

MAURÍCIO ZOLET
PRESIDENTE

Lentidão

Lentidão

ESTA LENTIDÃO ESTÁ MATANDO
Acic pede mais agilidade e segurança para obras do acesso à BR 282

Poucos homens, raras máquinas e uma operação que não avança. A lentidão nas obras de duplicação do acesso de Chapecó à rodovia federal BR-282 está preocupando as entidades empresariais de Chapecó, exasperando motoristas e colocando em risco os usuários. O resultado era esperado: estão ocorrendo acidentes com feridos graves e vítimas fatais.
O presidente da Acic, João Carlos Stakonski, encaminhou expedientes aos órgãos públicos, reclamando que a complexidade da obra e a movimentação de máquinas, equipamentos e veículos tornam o trânsito, nesse trajeto, extremamente perigoso e sujeito a acidentes. Apesar dessas condições, o local encontra-se com sinalização deficiente. Esse trecho é o segundo mais movimentado do sistema viário catarinense – por ali passam até 30.000 veículos/dia.
Os trabalhos iniciaram há um ano e a terraplenagem ainda encontra-se em fase inicial.
Para exteriorizar a insatisfação geral, a Acic mandará instalar outdoors ao longo do trecho com mensagens do tipo “Esta lentidão está matando”, “Dá para acelerar esta obra? O que não dá é continuar abreviando vidas” ou “Lentidão não, duplicação acelerada sim”.
O dirigente lembra que a duplicação da rodovia – que liga a principal cidade do oeste à principal artéria de integração territorial de Santa Catarina – tornou-se uma prioridade regional. Essa é a principal via de escoamento do município aos portos e aos grandes centros brasileiros de consumo, mas ostenta infraestrutura incapaz de comportar o número de veículos que por ali trafega diariamente.
O acesso foi concluído na década de 1970, quando Chapecó tinha 50 mil habitantes. Hoje são 200 mil habitantes. Nos últimos anos, o acesso transformou-se em palco de uma sucessão de acidentes, matando jovens, crianças e adultos. Esse cenário piorou e tornou-se ainda mais caótico com a lentidão e a má sinalização das obras em execução.
Para João Carlos Stakonski é incompreensível, portanto, a lentidão e a insuficiência de sinalização para a segurança de milhares de pessoas que transitam por aquela via, uma das mais movimentadas do sistema viário catarinense. Por isso, a Acic solicitou aos organismos públicos vinculados à obra (Deinfra, Secretaria e Ministério dos Transportes) as medidas necessárias para a efetiva sinalização.
O acesso de Chapecó à BR-282 tem nove quilômetros de extensão. O projeto de duplicação está orçado em 90 milhões de reais e prevê oito pistas, viadutos, rótulas e trevos, além de melhorias no entorno para garantir a segurança dos residentes na região. 

Lentidão 2

Lentidão 2

ESTA LENTIDÃO ESTÁ MATANDO
Acic pede mais agilidade e segurança para obras do acesso à BR 282
18/05/2011

Dezessete entidades empresariais juntaram-se à Associação Comercial e Industrial de Chapecó (ACIC) para exigir maior agilidade na obra de duplicação do acesso de Chapecó à rodovia federal BR-282. Poucos homens, raras máquinas e uma operação que não avança. A lentidão nas obras está preocupando os empresários, exasperando motoristas e colocando em risco os usuários. O resultado era esperado: estão ocorrendo acidentes com feridos graves e vítimas fatais.
O presidente da Acic, João Carlos Stakonski, encaminhou expedientes aos órgãos públicos, reclamando que a complexidade da obra e a movimentação de máquinas, equipamentos e veículos tornam o trânsito, nesse trajeto, extremamente perigoso e sujeito a acidentes. Apesar dessas condições, o local encontra-se com sinalização deficiente. Esse trecho é o segundo mais movimentado do sistema viário catarinense – por ali passam até 30.000 veículos/dia.
Os trabalhos iniciaram há um ano e a terraplenagem ainda encontra-se em fase inicial.
Para exteriorizar a insatisfação geral, a Acic mandará instalar outdoors ao longo do trecho com mensagens do tipo “Esta lentidão está matando”, “Dá para acelerar esta obra? O que não dá é continuar abreviando vidas” ou “Lentidão não, duplicação acelerada sim”.
O dirigente lembra que a duplicação da rodovia – que liga a principal cidade do oeste à principal artéria de integração territorial de Santa Catarina – tornou-se uma prioridade regional. Essa é a principal via de escoamento do município aos portos e aos grandes centros brasileiros de consumo, mas ostenta infraestrutura incapaz de comportar o número de veículos que por ali trafega diariamente.
O acesso foi concluído na década de 1970, quando Chapecó tinha 50 mil habitantes. Hoje são 200 mil habitantes. Nos últimos anos, o acesso transformou-se em palco de uma sucessão de acidentes, matando jovens, crianças e adultos. Esse cenário piorou e tornou-se ainda mais caótico com a lentidão e a má sinalização das obras em execução.
Para João Carlos Stakonski é incompreensível, portanto, a lentidão e a insuficiência de sinalização para a segurança de milhares de pessoas que transitam por aquela via, uma das mais movimentadas do sistema viário catarinense. Por isso, a Acic solicitou aos organismos públicos vinculados à obra (Deinfra, Secretaria e Ministério dos Transportes) as medidas necessárias para a efetiva sinalização.
O acesso de Chapecó à BR-282 tem nove quilômetros de extensão. O projeto de duplicação está orçado em 90 milhões de reais e prevê oito pistas, viadutos, rótulas e trevos, além de melhorias no entorno para garantir a segurança dos residentes na região.

Obras de Acesso - Carta 3

Obras de Acesso - Carta 3



Chapecó (SC), 15 de maio de 2012.


Senhor Secretário de Desenvolvimento Regional:


Uma das obras mais reivindicadas no grande oeste catarinense – a duplicação do acesso de Chapecó à rodovia federal BR-282 – está sendo executada em nosso município.
Infelizmente, o cronograma da obra é muito elástico e os serviços estão sendo executados com exasperante lentidão.
Além disso, a complexidade da obra e a grande movimentação de máquinas, equipamentos e veículos tornam o trânsito, nesse trajeto, extremamente perigoso e sujeito a acidentes.
Apesar dessas condições, o local encontra-se provido de sinalização deficiente e insuficiente.
É necessário lembrar que a duplicação da rodovia – que liga a principal cidade do oeste à principal artéria de integração territorial de Santa Catarina – tornou-se uma prioridade regional. Essa é a principal via de escoamento do município aos portos e aos grandes centros brasileiros de consumo, mas ostenta infraestrutura incapaz de comportar o número de veículos que por ali trafega diariamente.
Nas atuais condições em que se encontrava, o acesso se tornava um palco de grande morticínio que ensangüentava esse trecho rodoviário sem poupar jovens, crianças e adultos.
Com as obras em execução, esse cenário tornou-se ainda mais caótico.
É incompreensível, portanto, a falta ou insuficiência de sinalização para a segurança de milhares de pessoas que transitam por esse via, uma das mais movimentadas do sistema viário catarinense.
Solicitamos a V. Senhoria adotar as medidas necessárias para a efetiva sinalização da obra, eis que os recursos estão disponibilizados.
Certos de sua atenção, antecipamos nossos sinceros agradecimentos.

Atenciosamente,

MAURÍCIO ZOLET
PRESIDENTE

Obras de Acesso - Sinalização 2

Obras de Acesso - Sinalização 2

Acic quer melhor sinalização nas obras do acesso à BR-282
15/05/2012

Para avaliar o desenvolvimento das obras de duplicação do acesso à rodovia federal BR-282, diretores da Associação Comercial e Industrial de Chapecó (ACIC) mantiveram audiência com o secretário de Desenvolvimento Regional Eldimar Jagnow, nesta semana. Na ocasião, o presidente Maurício Zolet e o vice-presidente Flávio Pasquali formalizaram dois pedidos: a urgente melhoria da sinalização e a abreviação de quatro para três anos do prazo contratual para finalização dos serviços.
Zolet expôs que a falta de sinalização das obras de duplicação do acesso de Chapecó à BR-282 preocupa as entidades empresariais porque esse trecho é o segundo mais movimentado do sistema viário catarinense – por ali passam 30.000 veículos/dia – e a obra foi uma das mais reivindicadas no grande oeste catarinense.
A complexidade da obra e a grande movimentação de máquinas, equipamentos e veículos tornam o trânsito, nesse trajeto, extremamente perigoso e sujeito a acidentes. Apesar dessas condições, o local encontra-se com sinalização insuficiente.
Zolet lembra que a duplicação da rodovia – que liga a principal cidade do oeste à principal artéria de integração territorial de Santa Catarina – tornou-se uma prioridade regional. Essa é a principal via de escoamento do município aos portos e aos grandes centros brasileiros de consumo, mas ostenta infraestrutura incapaz de comportar o número de veículos que por ali trafega diariamente.
O secretário Eldimar Jagnow informou que um quarto (25%) da obra está executada e que ela acaba de ser incluída no Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). Ele manterá reunião com a Construtora Sul Catarinense para solicitar reforço na sinalização das obras e, inclusive, a atuação da Polícia Rodoviária Federal naquele trecho. Confirmou que está em fase adiantada o processo para antecipação em um ano do prazo para conclusão. Para isso, o Ministério dos Transportes fará três repasses de 10 milhões de reais, no total de 30 milhões de reais, permitindo aumentar o aporte de homens e máquinas.
Jagnow relatou que alguns problemas localizados com proprietários de imóveis afetados pela obra acabaram procrastinando os serviços, mas não atrasaram o cronograma.
O acesso de Chapecó à BR-282 tem nove quilômetros de extensão. O projeto de duplicação está orçado em 76 milhões de reais e prevê viadutos, rótulas e trevos. A União federal participa com 66 milhões de reais, o Estado e o Município com o restante.
Os representantes da ACIC Maurício Zolet, Flávio Pasquali, Lenoir Gral, Francis Post e Marcos Bedin foram recebidos pelo secretário Eldimar Jagnow, chefe de gabinete Márcia Merísio, diretor Gilberto Ari Tomasi e assessor de comunicação Rafael Henzel.

Reunião

Reunião

Reunião na Acic discute obras do acesso à BR-282
20/06/2012

Uma reunião entre a diretoria executiva da Acic, Secretaria de Desenvolvimento Regional e a Construtora Sulcatarinense, na sede da Associação Comercial e Industrial, permitiu uma avaliação das obras de duplicação do acesso à rodovia federal BR-282. Na ocasião, o presidente Maurício Zolet reforçou o pedido para melhoria da sinalização e a abreviação de quatro para três anos do prazo contratual para finalização dos serviços.
O representante da empresa Sul Catarinense, engenheiro Alexandre Simone, disse que é possível concluir o novo acesso até junho do ano de 2013 Para isso é preciso regularizar algumas áreas que estão na faixa de domínio e fora dela. O engenheiro da SDR Chapecó, Roberto Barbosa, explicou que no início da obra havia mais de 35 impasses com proprietários de terras ao longo do percurso e hoje não passam de cinco. O secretário regional Eldimar Jagnow pediu apoio a ACIC para a solução dos litígios com proprietários de áreas que impedem a execução da obra nas áreas que margeiam o acesso. O presidente Zolet se comprometeu a auxiliar na negociação.
A ACIC solicitou forte ampliação do número de placas de sinalização em toda a extensão do acesso. Um dos trechos mais críticos terá mudanças: a chamada “curva da morte” terá o trânsito desviado para as vias marginais para as obras na pista central.
O acesso Plínio Arlindo de Nês está com 90% da terraplenagem concluída, 53% da drenagem e 17,5% da pavimentação. O investimento total nesta obra, com recursos do governo federal e estadual, é de R$ 76.789.960,34. Participaram do encontro também o vice-presidente da ACIC Flávio Pasquali e o diretor geral da SDR Chapecó Gilberto Ari Tomazzi.